segunda-feira, 18 de março de 2013

A Morte Devagar

0 bereianos

A Morte Devagar

"Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos itinerários. Quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

(...)

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, quem não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe perguntam sobre algo que ele sabe.

Evitemos a morte em pequenas doses, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que simplesmente respirar.

Somente a paciência ardente fará com que conquistemos uma felicidade plena.

Autora: Martha Medeiros



18/03/13 15:59 - Atualizado em 18/03/13 16:01

Programa 131 - poema 2 - via: http://tvcultura.cmais.com.br/provocacoes

quarta-feira, 13 de março de 2013

Michelangelo descarregou frustração com a Cúria na Capela Sistina

0 bereianos
Michelangelo descarregou frustração com a Cúria na Capela Sistina
  • Pintor do teto da capela e do 'Juízo Final' enviou mensagens ocultas em suas obras

Renato Grandelle (Email · Facebook · Twitter)

Publicado: 12/03/13 - 8h00
Atualizado: 12/03/13 - 10h15

  Bento XVI batiza crianças na Capela Sistina em janeiro de 2008  Foto: Maurizio Brambatti

Bento XVI batiza crianças na Capela Sistina em janeiro de 2008 Maurizio Brambatti





RIO — "E o pincel sobre o meu rosto goteja / O transforma em piso suntuoso / As costas entraram em minha pança / Enquanto o traseiro é contraído como as ancas de um cavalo"

Os versos acima são de Michelangelo Buonarroti, artista toscano que pintou, a contragosto, duas das maiores obras de arte da Humanidade - o teto da Capela Sistina e o afresco do "Juízo Final", na parede do altar do santuário. São elas que 115 cardeais contemplarão a partir de hoje, na 25ª eleição papal seguida sediada naquele espaço. A primeira desta série foi em 1878, quando Leão XIII foi eleito.


Embora as demais paredes sejam projetos de outros renascentistas, Michelangelo tornou-se o único nome indissociável à capela. Dedicou a seu teto quatro anos e meio, trabalhando contorcido sobre um andaime. Terminou a obra com a cabeça inclinada para trás, a visão comprometida e o corpo inchado com a retenção de líquidos.

Além de Papas de egos imensuráveis a quem teve de responder, Michelangelo precisou driblar censores, como o arquiteto da nova Basílica de São Pedro, Donato Bramante - durante a pintura do teto -, e o chefe de gabinete do Papa Paulo III, Biagio da Cesena - 22 anos depois, quando foi convocado para retratar o "Juízo Final".

Mesmo vigiado constantemente, o toscano deu um jeito de se vingar de seus vigilantes. Júlio II, que encomendou o teto da capela, considerou-a uma "obra muito pobre", sentindo falta das cores azul e dourado do brasão de sua dinastia. Michelangelo retrucou: "Os santos que estão lá em cima também eram pobres". A Biagio da Cesena, o castigo foi mais cruel. Michelangelo pintou-o no inferno do "Juízo Final", com uma serpente enroscada no corpo e mastigando seus testículos.

Paredes escondem rivalidade entre Florença e Roma

A Capela Sistina teve uma antecessora. Chamava-se Palatina e estava em um local com risco de desabamento. Veio de Sisto IV a iniciativa de revitalizá-la - e rebatizá-la - em 1475.

As paredes da capela são uma resposta à rixa entre Roma e Florença. Em 1478, Sisto IV mandou assassinos matarem o mecenas Lorenzo Médici em plena catedral florentina. Deveriam atacá-lo assim que o padre erguesse a hóstia. Médici escapou e, depois, em um suposto sinal de paz, ofereceu seus maiores talentos para decorarem a Sistina.

Sandro Botticelli, Cosimo Rosselli e Domenico Ghirlandaio estavam entre os responsáveis por retratarem duas séries de painéis. A parede sul ficaria com a história de Moisés; a norte, com a vida de Jesus. O azul e dourado, tão caros à família de Sisto IV - um ascendente de Júlio II -, foram usados para colorir arruaceiros pagãos expulsos por Moisés, um navio que afoga e um carvalho bem ao lado de Satanás, quando este é desmascarado. O Pontífice não percebeu a zombaria.

Júlio II resolveu usar a Sistina para contar a Bíblia 25 anos depois da construção da capela. Inicialmente, o "Papa Terrível", como ficou conhecido, contratou Michelangelo para esculpir um monumento em sua homenagem, que seria posto onde hoje é o altar da Basílica de São Pedro. Como a estátua não caberia ali, mandou demolir o templo para que outro fosse construído.

Depois, porém, o Pontífice resolveu priorizar o teto da Capela Sistina, vizinha à basílica, o que deixou Michelangelo contrariado. Ele nunca havia feito um afresco — e este, com seus 1.100 metros quadrados, seria o maior do mundo. A disposição dos censores em denunciar heresias também era um desafio.

- Mas Michelangelo não resistiu à tentação de expressar suas ideias e, também, o desprezo que tinha por Roma - conta Roy Doliner, pesquisador de Religião e História da Arte e autor de "Os segredos da Capela Sistina".

- O dourado e o vermelho, as cores de Roma, são usados de formas inimagináveis, mas sempre insultantes.

Da separação da luz e das trevas até a embriaguez de Noé, passando pela criação de Deus - provavelmente o painel mais conhecido -, Michelangelo introduziu diversas mensagens ocultas. Na "Criação do Sol e da Lua", fez Deus de costas, com as nádegas à mostra. Sobre a entrada do Papa, trocou o Jesus pedido pelo Papa pelo profeta Zacarias, que denunciara a corrupção. E sobre o trono papal foi pintado Aminadab, um judeu, povo tido como inferior. Em 1215, o Concílio de Latrão obrigara os judeus a usar um distintivo especial amarelo, cor escolhida por lembrar a urina.

O teto e o "Juízo Final" têm em comum o reconhecimento instantâneo e a raiva que sentira Michelangelo - tanto pelos Papas, que o mantiveram longe da Toscana, quanto pela obrigação de se dedicar aos afrescos, e não às suas amadas esculturas.

Michelangelo, aos 86 anos, foi intimado a voltar ao teto da Sistina e cobrir as heresias que pintou na capela papal. Dois anos depois, com a morte do artista, um de seus discípulos cumpriu a função, sob a ameaça de que, se não o fizesse, o edifício seria demolido. Mas a Sistina, mesmo adulterada, permaneceu admirada - mesmo por Papas e cardeais.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/michelangelo-descarregou-frustracao-com-curia-na-capela-sistina-7809507#ixzz2NR2iB5oV 
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Uma fé pensante

0 bereianos
Problemas para visualizar a mensagem? Acesse direto.
Conteudo e Tudo para uma fe pensante
Ultimato apresenta o conteúdo Bíblico numa forma criativa e contextualizada há 45 anos. Quem conhece, recomenda.
Ronaldo Lidorio Ler Ultimato é sempre uma experiência de impacto pessoal. Leva-me a ter momentos de reflexão na minha vida com Deus e no meu ministério. Tem sido uma benção pra mim e também pra tanta gente"
Ronaldo Lidório  
// Ainda não conhece? Deguste uma edição  
Revista Ultimato
 
// Já conhece? Leve Ultimato pra casa!  
Conteudo e tudo - receba Ultimato em sua casa
...................................................................................
Que tal ler alguns dos textos já publicados?
 

O ser humano é admirável... mas Deus é incomparável!
(Edição 338) 

"Ele é incomparável por uma simples e clara razão: Deus é o Criador e o ser humano é a criatura. Nada mais complicado precisa ser acrescentado."
- Elben César -

 

Capacitando a família (Edição 273)

"A família é o principal contexto de aprendizagem, pois é nela que os valores e modelos são assimilados desde a mais tenra infância."
- Isabelle Ludovico -

 

Somos todos inconstantes, mas Deus não desiste de nós
(Edição 339)

?A ventania testa a profundidade de nossa salvação e de nossa fé. Quando o vento sopra com força, a casa construída sobre a areia desaba e a casa construída sobre a rocha permanece?
- Elben César -

 
 
Para assinar acesse o link ou ligue (31) 3611 8500

Compartilhe essa mensagem em suas redes sociais
Facebook Twitter


FORA PASTOR

0 bereianos
por Antônio C.Costa { http://palavraplena.typepad.com/accosta/ }

Imagem inline 1

A igreja começa a pagar caro por honrar a quem não merece respeito. Hoje o Brasil pede para que um pastor seja retirado de função pública intimamente relacionada ao cristianismo. Marco da influência cristã na cultura do Ocidente. Cargo perfeito para quem conhece a Cristo e o conceito cristão referente à dignidade da vida humana. Lutar pelos direitos humanos é coisa de quem conhece o livro de Gênesis e a cruz.

A rejeição deveria ser encarada por todos como o juízo divino sobre uma igreja que tem brincado de religião, desperdiçando oportunidade rara de conduzir milhares a Cristo, uma vez que em poucas ocasiões da história pode se ver tantos tão abertos à mensagem do evangelho como observamos no Brasil.

Precisamos de urgente reforma no púlpito. Pastores que estudem, leiam jornal, revelem sensibilidade cultural, amem mulher e filhos, possuam espírito público, tenham compaixão pelo pobre, preguem as Escrituras, saibam conviver com o pluralismo de idéias, encarnem a vida de Cristo.

Será que a voz das ruas trará mais sobriedade, sensibilidade, verdade, bom senso aos pregadores brasileiros? Veremos igrejas deixarem de ser condescendentes com pregação estúpida, descortês e que trata a própria comunidade da fé como se fosse composta por imbecis?

Antônio Carlos Costa é pastor presbiteriano e ativista do Rio de Paz.


Via: http://www.genizahvirtual.com/2013/03/fora-pastor.html#ixzz2NFBFGXEA 


quinta-feira, 7 de março de 2013

4 erros que afastam os investidores de uma startup

0 bereianos

OTÍCIAS GESTÃO 06/03/2013

4 erros que afastam os investidores de uma startup

Nicolas Gautier, diretor da Mountain do Brasil, aponta quais são os erros que impedem os empreendedores brasileiros de captar recursos

Por Daniela Moreira
 Shutterstock

Encontrar um investidor para viabilizar a execução ou o crescimento de sua startup é a meta de quase todo empreendedor. Mas esta não é uma tarefa simples. Das 305 startups que buscaram investimento com a incubadora Mountain do Brasil em 2012, apenas três conseguiram. E por que essa taxa alta de rejeição?

Porque muitas das startups que procuram investidores ainda não estão preparadas para isso. Muitas tentam atropelar os estágios e ir direto para esta etapa, mas esquecem que a concorrência está cada vez maior e os investidores, mais criteriosos. 

Nicolas Gautier, diretor da Mountain do Brasil, aponta quais são os problemas mais comuns que impedem startups brasileiras de conseguir o desejado aporte: 


Time despreparado 
A falta de um time preparado é um problema constante. O investidor pode até se interessar pelo modelo de negócio proposto, mas não vai aplicar o seu dinheiro se a equipe da startup não lhe passar confiança. De acordo com Gautier, 90% dos empreendedores que ele conheceu em 2012 não tinham experiência na área em que queriam atuar. 

Falta de inovação 
Não faz sentido investir em startup que oferece um serviço que já existe por uma ou mais empresas. "Fica ainda pior se essas concorrentes já estiverem no mercado há mais tempo. Oferecer um serviço inovador no mercado é o maior diferencial que essas empresas podem ter", afirma o diretor. 

Mercado restrito 
Startups que apresentam um serviço ao alcance de um grande número de pessoas são mais atraentes para os investidores do que aquelas que trabalham para nichos específicos. É importante que a startup apresente potencial de crescimento de mercado e ampliação de público-alvo. 

Prazo de retorno longo 
O investidor quer ter lucro, de preferência sem precisar esperar muito tempo. Por isso, o plano de negócios da empresa deve apresentar metas, que apontem datas aproximadas para o retorno do investimento.