Os manifestantes atacaram a Igreja Batista, assediaram crianças, paroquianos de assalto: 'Como está sua cabeça, pastor?'



A descrição do movimento Black Lives Matter como uma manifestação política e anticristã sempre foi feita a partir do teor da ideologia defendida pelo grupo, que tem como principal bandeira pública o combate ao racismo. No entanto, cenas de agressão de seus integrantes a membros de uma igreja estão rodando o mundo como uma prova de que o grupo promove intolerância.
A Igreja Batista Graça, na cidade de Troy (NY) foi alvo de uma ação dos manifestantes do movimento Black Lives Matter, que assediaram os membros, incluindo famílias com crianças pequenas que tentavam entrar no templo para o culto.
 Conheça sua bíblia de capa a capaDe acordo com informações do portal Daily Wire, o assédio ao pastor da igreja e aos fiéis do lado de fora do templo tem sido frequente desde o final de junho. A liderança da congregação teve que pedir aos homens das famílias que frequentam o local que ajudassem a escoltar os fiéis para o interior do templo, incluindo uma mãe com duas crianças pequenas, pois estavam sendo intimidados pelos militantes do movimento.
Ao se colocar em defesa dos membros, o pastor foi verbalmente agredido. Um vídeo publicado no Twitter no dia 03 de julho mostra o assédio dos manifestantes em detalhes. Vários homens da igreja ainda têm que fazer uma espécie de barreira física para impedir que o grupo invada a igreja.
Acusando os membros da igreja de serem “racistas”, os integrantes do Black Lives Matter agrediram um dos fiéis que não se intimidou com a multidão. Diante da cena, o pastor interfere para impedir que as agressões continuem, mas também termina sendo atingido. Em seguida, um dos agressores pergunta: “Como está sua cabeça, pastor?”, em tom de provocação.
Em meio a tanta hostilidade, os líderes da Igreja Batista Graça reiteraram que não irão recuar. O pastor da igreja garantiu que manterá os esforços para que os fiéis resistam e que se manterá pregando sem se submeter aos manifestantes.
“Nunca vamos pedir desculpas à multidão!”, diz o pastor em um vídeo. ”Não é minha culpa pregar a mesma mensagem que pregamos há 33 anos. Não é minha culpa que todo mundo queira colocá-la online, não me importo. Eles podem deixar de nos ouvir. Mas não vou mudar a minha pregação, porque agora estamos [online]”, reiterou.
ASSISTA aos protestos violentos abaixo:






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