segunda-feira, 31 de maio de 2010

A História dos Times da Copa 2010 em cartaz

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Para promover a chegada da Copa do Mundo 2010, a ESPN pagou alguns artistas para ilustrar a história de cada um dos 32 times participantes.

Cada mural irá aparecer em plataformas de metrô e outdoores em Nova York, Los Angeles, Chicago e em outras praças dos E.U.A de agora até o meio de Julho.

A rede de comunicação trabalhou com a agência Wieden+Kennedy e a pouco conhecida AM I Collective, um grupo de artistas de Cape Town, Africa do Sul. Os murais foram inspirados em posters de filmes antigos dos anos 80.







































Fonte:
ESPN World Cup | VIA:  http://www.muitolegal.net

Fotografias Impossíveis (ou não)

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FANTASTICO!! Dá uma sensação estranha olhar essas fotos.

Fotografias Impossíveis (ou não)

O artista francês Philippe Ramette acredita que nada deve ser falso. Suas fotografias impossíveis, desafiadoras da gravidade, podem parecer um tanto quanto produzidas no Photoshop, mas de você analisá-las de perto, você não vai encontrar nenhuma evidência ou erro de produção.

Na França, as imagens de Philippe são comparadas ao trabalho de Buster Keaton e ao mundo do cinema mudo. Para ele, elas são uma afirmação para a gravidade e a pura relação do homem com a paisagem.

Para produzir essas obras, ele sobe a enormes alturas e cria suportes de metais escondidos. Cada imagem é uma reprodução exata de algum dos seus desenhos, rascunhos que ele chama de "storyboard". Reconstruindo suas cenas imaginadas com seu time de produção, ele busca ser o mais fiel possível a sua mente. "Eu nunca me pergunto se vai ser difícil", ele diz.





Veja também:

Equilíbrio Extremo










Fonte: Guardian / VIA: http://www.muitolegal.net

Programação paralela ao SPFW traz mostra de cinema, debates e exposição de graça

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Programação paralela ao SPFW traz mostra de cinema, debates e exposição de graça

por Catraca Livre

Com foco no acesso democrático e na mobilidade da produção artística e cultural, a Galeria Central, Cine Olido e  Galeria Pontes organizam o  "2oº Circuito SP de Moda e Arte", acontece paralelo à Semana de Moda Primavera / Verão de 2011, com apoio do SPFW, reunindo a 2a edição da Mostra "Cinema de Moda" e a exposição "Roupa de Domingo na Arte Popular". A programação que é toda Catraca Livre começa dia 8 de junho.

Complementar às exibições dos filmes e da exposição, realizaremos um ciclo de encontros gratuítos direcionados ao grande público, onde reuniremos os protagonistas dessas ações para bate-papos e oficinas criativas, com a proposta de fomentar um dinâmico debate sobre cinema, moda, arte, comportamento, cultura popular e contemporânea.

Roupa de domingo na arte popular – Galeria Pontes

Idealizado por Danilo Blanco e Fernando Zelman da Galeria Central, "Roupa de Domingo" estimula transito, fusão e convergência da cultura de moda com diversos gêneros de expressão, envolvendo talentos emergentes e nomes consagrados, através da renovação, itinerância e mobilidade de doze edições. Leia mais

Mostra Cinema de Moda – Cine Olido

Com foco no figurino e com o objetivo desvendar ao grande público questões  envolvendo a cultura de moda através do cinema, exibiremos filmes comerciais e alternativos, indicados por reconhecidos profissionais, composto por jornalistas, professores e criadores do universo da moda brasileira. Leia mais

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Acha seu apto. pequeno?

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Acha seu apto. pequeno? Veja as ideias desse arquiteto chinês p/ aproveitar espaços:


Via: @comunicadores

sexta-feira, 28 de maio de 2010

ACEITA O DESAFIO?

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100 danças, 100 canções cristãs e 100 lugares diferentes, tudo num mesmo vídeo.
Aceita o desafio?


Fantástico!!!! :D


Quem fizer um vídeo como esse, versão brazuca, de até 10 minutos de duração mas com músicas cristãs, vai aparecer aqui neste blog que vos fala, no Beréia Urbana, no MIC e, provavelmente, no país todo, como o Ely Kim.

Preste atenção no tempo do vídeo (duração máx. de 10min) e de cada trecho de música que você vai usar. Não esqueça também de listar as 100 músicas para conferirmos.

Mas não para por aí.....


O melhor vídeo ganhará uma agenda personalizada da minha agência ( WORSHIP ) e uma caricatura do ilustrador Bruno Mota. Detalhe: Na capa da agenda vai a ilustração do Bruno com a sua cara!! ;)

Avaliaremos as danças, as músicas e os locais. Joguem o vídeo no You Tube ou no Vimeo e envie o link para esse email: julianaayres@gmail.com com o assunto: "Desafio da dança".

Vamos ao trabalho e boa sorte.

Paz do Rei.
# @julianaayres , @agenciaworship , @mic_express | julianaayres@gmail.com | www.formspring.me/julianaayres

Ex-namorada da filha da Gretchen se converteu e casou

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OBS: Olha só que madrinhas discretas. rs

Júlia Paes passa mal após ver programa relembrar seu namoro com Thammy

Depois de dar o que falar como atriz pornô e namorada de Thammy Gretchen, Júlia Paes casou, sexta-feira, com Gabriel Ribeiro. Convertida, a morena fez questão de um show de uma banda evangélica. As madrinhas da noiva foram Carol Miranda — com quem a morenaça atuou em filme da Sexxxy World — e Sabrinha [sic] Boing Boing, ambas companheiras do extinto grupo Sexy Dolls.

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Júlia (de noiva) festeja com Sabrina Boing Boing (E) e Carol Miranda |Foto: Arquivo Pessoal

Mas o evento não foi marcado apenas por boas notícias. Parte da família do noivo não apareceu, e, após assistir à matéria do TV Fama sobre o casório, Júlia, que está grávida de seis meses, passou mal. "Ela acreditava que o programa ia mostrar a nova fase da vida dela. Ela não gostou de ver a imagem da família misturada a dos filmes e dos ensaios com a Thammy", contou Boing Boing.

Pedro Moraes, em O Dia Online / VIA: http://www.pavablog.com

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Também sou um sobrevivente

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por Ricardo Gondim

Li e reli "Alma Sobrevivente" do Philip Yancey (Mundo Cristão, 2004). No livro, Yancey confessa seu quase abandono da igreja evangélica. O fundamentalismo, racismo e obscurantismo de sua pequena comunidade no sul dos Estados Unidos quase o asfixiaram na fé. Identifiquei-me com o autor em seu desencanto.

Por outras razões, já pensei em me auto-exilar do mundo evangélico; aliás, já cogitei, até cometer um "suicídio institucional". Só não o fiz porque minha biografia, como a dele, também foi marcada por gente, histórias comovedoras e testemunhos formidáveis que me preservam a fé cristã. Eu também posso listar pessoas e eventos que não me deixam desistir. Recordo-me de dois acontecimentos significativos.

Há alguns anos, fui convidado para pregar em uma igreja evangélica carismática no Canadá. Eu e minha família aterrissamos naquela pequena cidade, debaixo de um frio de 28 graus negativos. Um pavor, para quem chegava do Ceará. Porém, não me assustei com o clima quente dos cultos pentecostais canadenses. Vindo da Assembléia de Deus brasileira, já me acostumara com reuniões emotivas e sempre eufóricas.

Falei em três ocasiões diferentes. No domingo, depois que findou o culto, fomos convidados para uma "reunião de grupo caseiro". Essa igreja participava de um movimento que procurava identificar os interesses dos membros para estabelecer "redes ministeriais" que serviam para formar vínculos entre as pessoas e para evangelização. Na casa que fomos visitar, todos tinham o "dom de colecionar miniaturas de trens".

O sistema funcionava da seguinte maneira: oito ou nove casais que se interessavam em colecionar miniaturas de trens, se reuniam semanalmente e, enquanto trocavam idéias, consertavam, montavam e faziam os trens passearem, desenvolviam boa fraternidade. Os encontros serviam também de "isca" para atrair pessoas refratárias à fé. Não-cristãos que se interessassem por trenzinhos poderiam ser convidados para essas reuniões e ser evangelizados.

Como éramos de um país pobre e nunca havíamos participado de uma fraternidade cristã que usava trens em miniatura para gerar interesse pelos conteúdos do evangelho, recebemos uma verdadeira aula sobre o funcionamento do grupo e sua lógica ministerial. Cada um queria mostrar sua coleção de vagões, a montagem dos trilhos e as mini-estações com minúsculos passageiros. Espantei-me com a quantidade de dinheiro gasto com o passatempo dos irmãos. Uma autêntica réplica de uma locomotiva a vapor do início do século 20, se não me engano, havia custado 8 mil dólares.

Fui dormir angustiado naquela noite. Meu coração não me deixava dormir. Eu me perguntava: "Onde o cristianismo ocidental se perdeu?".

Cinco dias depois, cheguei aos Estados Unidos, no estado de Virginia, para três palestras no final de semana. Mas, desta vez, minha vida seria impactada de forma diferente. Eu experimentaria um dos momentos mais significativos de minha vida e cuja memória mantém minha fé viva ainda hoje.

Preguei numa igreja também carismática. Quando terminou o culto do sábado, um rapaz me convidou para jantar na casa do reitor da Universidade Estadual. Segundo ele, o reitor já visitara o Brasil e se sentiria muito feliz em me conhecer.


Hoje, já não me lembro do nome do reitor, mas vou chamá-lo de John Doe. Ao lado de sua mulher, ele me recebeu com um largo sorriso. Os dois abriram os braços e saudaram com um "bem vindo" em português com fortíssimo sotaque.

A família freqüentava uma igreja presbiteriana bem formal em sua liturgia e bem liberal em sua teologia. Bastaram alguns minutos e entendi a ligação do casal com o Brasil.

Eles tinham uma família de treze filhos, todos adotivos e com alguma deficiência física. O casal decidiu que adotaria crianças de vários países do mundo em situação de abandono, ou por carregarem alguma doença genética ou por sofrerem algum estigma cultural. Assim, tinham uma filha coreana que era cega, surda e muda, um menino africano que nascera sem as pernas, dois ou três com síndrome de Down, e outros com diferentes anomalias genéticas. Os brasileiros eram três: uma menina cega, vinda do sertão da Paraíba e dois meninos infratores, que viviam abandonados nas unidades da Febem de São Paulo e Rio de Janeiro.

Sentamos à mesa e agradecemos a Deus pelo alimento; enquanto comíamos, eu tomava consciência que jamais seria o mesmo. A glória de Deus encheu aquele lar com uma leveza que, em alguns momentos, precisei me beliscar para perceber que não sonhava. Tentei conter minhas lágrimas que escaparam duas ou três vezes e que limpei com o guardanapo de papel.

Não resisti e narrei para eles a diferença abismal entre aquela noite e a dos trenzinhos, que tanto me chocaram. John Doe, educado e discretíssimo, não quis alongar minha observação, apenas comentou: "É uma pena, lá eles nunca ouvirão a voz doce de uma criança, dizendo, 'obrigado, papai'"!.

Despedi-me da família e minha jornada espiritual deu uma guinada. Primeiro, percebi como é fácil adequar o evangelho de Jesus Cristo à mentalidade consumista de uma classe média burguesa, e ainda justificar essa manipulação, com um rótulo espiritual. Depois, roguei para que minha vocação, como pastor pentecostal, não contribuísse para fomentar uma espiritualidade desencarnada. Eu já participara de muitos ambientes em que o clima emocional não se transformava em atos de justiça.

Mas acima de tudo, naquela noite, perdi alguns dos meus preconceitos. Eu fora treinado com uma formação teológica que evitava contato com os liberais. Gente que não lesse a Bíblia e não soubesse repetir o nosso catecismo, deveria ser mantida à distância. De repente, eu estava sentado à mesa de um homem que cultuava a Deus em uma igreja que eu considerava fria. Contudo, seus valores cristãos eram muito mais nobres que os meus.

A partir daquele jantar, abri-me para pessoas que vivem fora dos contornos de meu gueto religioso. Aprendi que muitas vezes, outros também encarnam os valores do Reino de Deus até com mais exuberância do que os que se auto-intitulam defensores da sã doutrina.

Acredito que foi Santo Agostinho quem disse: "Deus já possui ovelhas em seu aprisco que a igreja ainda não alcançou". Hoje celebro os gestos nobres de instituições como Médicos Sem Fronteiras, reverencio o altruísmo de freiras que cuidam de orfanatos e respeito a disposição de padres que se entregam a leprosos. Louvo a Deus por cristãos que, mesmo não participando de nenhuma instituição, comportam-se como bons samaritanos.

Enquanto ceava com o senhor John Doe e sua linda família, recordei-me das palavras de Jesus quando ele reunir todas as nações no último dia. O Senhor separará uma das outras, como pastor separa as ovelhas dos bodes e dirá aos que estiverem à sua direita: 'Venham, benditos do meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber, fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive preso, e vocês me visitaram' (Mateus 24.31-46).

Madre Teresa repetia que cuidava de mendigos e leprosos com todo amor, porque Deus poderia estar disfarçado no meio deles. E as palavras de Jesus confirmam: "Digo-lhes a verdade: o que vocês fizerem a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram".

Em dezembro de 2004, um cristão sugeriu que eu usasse relógio, não para marcar horas, mas como uma jóia. Ele confessou que colecionava vários modelos suíços como verdadeiras relíquias. Enquanto ele tentava me convencer, lembrei-me do reitor John Doe, e na noite do réveillon, preferi dar meu dinheiro para as vítimas do Tsunami.

Soli Deo Gloria.

É amanhã: Lançamento 'O resgate do feminino'

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VI Fórum de Ciências Bíblicas

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Esperando contra a esperança 2

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NewsLetter - Escola Bíblica Dominical

Link to Ensino Dominical

Esperando contra a esperança 2

Posted: 26 May 2010 08:36 PM PDT


Lição 09

ESPERANDO CONTRA A ESPERANÇA
Texto Áureo: Jó 14.7 – Leitura Bíblica em Classe: Jr.30.7-11.
Pb. José Roberto A. Barbosa
Objetivo: Mostrar aos crentes que aqueles que esperam nos Senhor terão suas forças renovadas, e, mesmo como uma árvore cortada, poderá, ao seu tempo, frutificar.

INTRODUÇÃO
O julgamento sobre Judá seria inevitável. Diante da calamidade, o profeta teria motivos para desesperar-se. Mas, conforme estudaremos na lição de hoje, ele adotou uma atitude de esperança. Nos dias atuais, veremos, nesta aula, que, do mesmo modo, temos fundamentos, em Cristo, para esperar um futuro promissor.

1. O DESESPERO JUDAICO
O capítulo 30 de Jeremias, de acordo com alguns estudiosos, destaca o período próximo ao exílio, por volta do ano 587 a. C. A calamidade já havia se instaurado sobre a nação e o povo havia perdido a esperança. O profeta que até então havia vaticinado o julgamento, passa, nesse momento, a mostrar que ainda há esperança. Ele destaca que o cativeiro servirá de lição para aqueles que se distanciaram do Senhor (Jr. 30.1-3). O tempo de angústia, na condição profética, nunca é o fim, mas um prelúdio para dias melhores que virão no futuro (Am. 5.19,20; Sf. 1.14-18). O Israel de hoje já começa a desfrutar das promessas que alcançarão sua plenitude durante o Milênio, no qual Cristo estará reinando com Sua igreja (Ap. 20.2-7). Por esse tempo, todas as profecias elencadas no Antigo Testamento, que dizem respeito a Israel, se cumprirão. Já temos atualmente um Estado de Israel, criado, maravilhosamente, em um só dia (Is. 66.8). No dia 14 de maio de 1948 a criação desse Estado foi proclamada. O povo judeu passou por muitos sofrimentos ao longo da sua história. Um dos mais marcantes foi o da perseguição durante o período da Segunda Guerra Mundial. Hitler exterminou mais de 6 milhões de judeus. Mas esse povo não foi esquecido de Deus, há promessas que se cumprirão no futuro (Rm. 11). Haverá o dia no qual eles reconhecerão que Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores, e, então, a redenção judaica será plena, essa é a esperança do povo judeu.

2. O DESESPERO HUMANO
O desespero, entretanto, não é uma especificidade dos judeus. A sociedade moderna está toldada por esse sentimento. As pessoas não sabem mais em quem ou em que esperar. Os sonhos da humanidade, de certo modo decorrentes do período pós-guerra, esmaeceram. As expectativas de progresso se dissiparam com a explosão das bombas atômicas da Guerra. O ser humano perdeu a esperança no próprio homem, e o mais triste, no próprio Deus. A voz do desespero humano pode muito bem ser ecoada a partir das reflexões do filósofo Nietzsche. Ele entendeu que estávamos diante de uma geração anticristã. Ele mesmo constatou a morte de Deus, isto é, que a humanidade não mais vivia a partir dos pressupostos cristãos. Testemunhamos, como resultado do desespero humano, a angústia e mais uma série de mazelas que acompanham a sociedade. Não há mais absolutos, por esse motivo, todos vivem a partir de um relativismo extremado. Cada um faz o que pensa e o que acha que é melhor para as suas vidas. Como Deus está "morto", cada um tenta dar sentido à sua vida a partir da esfera material. Nunca o ser humano valorizou tanto o material em detrimento do espiritual. O dinheiro – Mamon – está entronizado no coração das pessoas. A depressão tornou-se uma mal recorrente que se alastra em todas as camadas sociais. A morte tornou-se um fim em si mesmo, a existência humana está reduzida ao corpo físico, que, neste contexto, se transformou em objeto de culto. A eternidade dura apenas enquanto o corpo consegue se manter saudável e com boa aparência. Alguns filósofos recentes retrataram com maestria essa condição, dentre eles destacamos Jean Paul Sartre e Albert Camus. Entre eles, um cristão, Soren Kierkegaard, lançou, no absurdo da fé, o escape contra o desespero.

3. A ESPERANÇA CRISTÃ
A esperança cristã, no entanto, não se fundamenta no absurdo, mas na confiança no Senhor (Mt. 12.21; Rm. 15.12). Seguindo a instrução de Paulo, nós, os cristãos, diferentemente da sociedade moderna, não devemos pôr nossa esperança na riqueza (I Tm. 6.17). Antes na ressurreição do Senhor Jesus, por meio do qual podemos enfrentar o futuro com confiança (Rm. 8.24,25; I Co. 15.19). Tal expectativa (Hb. 11.1) fundamenta-se em Deus (I Tm. 4.10) e no Senhor Jesus Cristo (I Pe. 1.13). A esperança do Cristo é a alegria da glória (Rm. 5.2), pois essa jamais nos desapontará (Rm. 5.5). A esperança cristã está direcionada para o futuro, para o que não se vê, pois quando já vemos, a esperança perde sua razão de ser (Rm. 8.24). A grande esperança da igreja é a volta de Cristo (Tt. 2.13), a ressurreição dos mortos (At. 23.6), a salvação eterna (Rm. 8.20,21; Gl. 5.5; Ef. 1.18; Tt. 1.2; 3.7). Quando isso acontecer, estaremos com o Senhor, a esperança da glória (Cl. 1.27; I Tm. 1.1). A esperança cristã está alicerçada nas Escrituras (Rm. 15.4), por meio do sacrifício de Jesus (I Pe. 1.3,21) e pela presença do Espírito Santo (Rm. 5.5). Deus requer, dos cristãos, que se revistam da esperança (I Ts. 5.8) e, ao mesmo tempo, que estejam prontos a partilhá-la com os outros (I Pe. 3.15).

CONCLUSÃO
Aqueles que se distanciam do Senhor, de fato, não têm motivos para ter esperança (Ef. 2.12). A igreja, porém, mesmo diante do desespero, tem fundamento para esperar. Isso porque antes de partir, disse Jesus aos seus discípulos: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também" (Jô. 14.1-3). Eis o fundamento da esperança cristã.

BIBLIOGRAFIA
HARRISON, R. K. Jeremias e Lamentações. São Paulo: Vida Nova, 1980.
LONGMAN III, T. Jeremiah & Lamentations. Peabody, Mass: Hendrickson, 2008.

Postado por subsídioEBD às 12:02 PM

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