sexta-feira, 1 de maio de 2009

O que eu chamo de elegância:



Uma moça evangélica vivia cantando louvores.... a vizinha dela a odiava [ por não aguentar os louvores ] e os evangélicos tbem.

Sendo assim, a vizinha mandou a empregada ir no sítio dela com uma cesta e colher tudo o que tinha de podre lá, tomate, batata.... a empregada não entendeu, mas assim o fez.

Ela voltou, e perguntou a patroa o que era para fazer com aquilo, e ela disse: Vai na casa ao lado e entrega a evangélica, quero ver ela dar Glória a Deus, agora.

A empregada foi lá entregar e a moça evangélica a convidou para entrar, ela entregou a cesta e quando a moça tirou o pano disse: Glória a Deus.

A empregada já estava saindo quando ela pediu que a esperasse pois ela tbem tinha um presente pra patroa dela. A moça foi lá, colheu do jardim dela algumas rosas, as colocou numa cesta a cobrindo com um pano novo. Ainda escreveu um bilhete.

Ok, lá foi a empregada entregar a patroa a cesta e o bilhete, e estava eufórica querendo saber o q a moça evangélica disse, e a empregada falou: Ela disse Glória a Deus, patroa.
Ela tirou o pano, viu as rosas e leu o bilhete, que estava escrito: Cada um dá aquilo que tem.
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Escutei isso dia 14.01.07, num encontro (de oração, apalvra e adoração) que minha tia realizava todas as segundas no salão dela. Este relato foi um testemunho uma pastora que estava lá contou. Isso não tem a ver com religião, + com a nossa forma de agir na nosa vida.

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