sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Está na moda: Estampa azulejo Português

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Mais um pouco da moda que AMOOOOO: Azulejo Portugês!!


Bom meninas hoje vim falar sobre a estampa que está super em alta nas ruas que é a deAzulejo Português.

Vocês já devem ter percebido que algo relacionado a alguma nacionalidade ou etnia vez por outra está inspirando o mundo da moda né… pois bem a inspired da vez é essa!

Estampa de Azulejo Português ou Porcelain Print

azulejo portugues

Looks Despojados:

Você pode usar essa estampa em composições simples com um ar despojado e confortável;

look despojado azulejo português

Look Casual Chic:

Para aquele finzinho de tarde e início de noite, a estampa cabe muito bem em um look casual chic, podendo ser usada desde a ida ao cinema ate mesmo em um jantar mais arrumadinho;

blazer de azulejo português

A estampa de azulejo pode ser combinada muito bem com shorts, e apesar da camisa nas composições dar um aspecto mais arrumado ao look, existe uma quebra da seriedade da camisa com o uso de shorts, sendo o primeiro de alfaiataria, e o outro um jeans destroyed;

camisa de azulejo português

Look Passeio Chic:

A estampa veio de uma forma mais discreta no primeiro look na camisa, ideal para quem não gosta da estampa na peça toda, outras opções são a estampa sendo usada em calças e saias, ideal para quem quer trazer vida à composição.

saia de azulejo português

Meninas como vocês devem ter notado, as peças nessa estampa são fáceis de combinar por caírem muito bem com cores básicas como o preto, azul e branco.

E então gostaram???


FONTE: http://vestiroque.com

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Azulejo português dá toque refinado a casa

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Eu amoooooooo ajulejo português!! Olhem que coisa mais linda!

Eles dão um toque refinado ao ambiente...

Releituras do azulejo português têm tons marcantes e estampas contemporâneas

por folha.uol.com.br 

DE SÃO PAULO


Trazer referências do passado para o presente não é novidade e é dessa combinação que, muitas vezes, surgem o retrô e o vintage.

Pensando nisso, algumas empresas de revestimentos, muito inspiradas pelo mundo da moda, apostaram em releituras da tradicional azulejaria decorada de Portugal para criarem ambientes ao mesmo tempo clássicos e contemporâneos.

"O azulejo português, também chamado de porcelain print, traz um ar de requinte retrô aliado a sofisticação e modernidade", diz a estilista Mônica Mazzucco.

A Cerâmica Portinari deu até nomes de cidades de Portugal para sua coleção inspirada nas formas geométricas, espirais e florais típicas dos azulejos do país. O diferencial foi a mescla de tons marcantes e neutros nas peças.

Menos ousados na cor, os azulejos Azuis, da Portobello, como o próprio nome sugere, mantiveram a coloração tradicional da peça --azul e branco. As tonalidades escolhidas, as estampas gráficas e a mistura com superfícies monocromáticas, no entanto, dão toque moderno e descolado ao revestimento.

A linha Patchwork Blue, assinada pela Decortiles, do Grupo Eliane, foi mais tradicional tanto na cor quanto nos desenhos, mas apostou na variedade de estampas e no acabamento brilhante. A opção confere tranquilidade ao ambiente.

DESCONSTRUÇÃO

De português, só restou a forma aos ladrilhos hidráulicos que Marcelo Rosenbaum desenhou para a Brasil Imperial.

O nome da coleção, "São João", indica onde o designer foi buscar inspiração: nas festas juninas brasileiras e suas bandeirinhas coloridas, roupas xadrez e chapéus de palha.

Confiram as belezinhas:











quarta-feira, 20 de novembro de 2013

AMAZING GRACE, A MELODIA DOS ESCRAVOS

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AMAZING GRACE, A MELODIA DOS ESCRAVOS
por Juliana Ayres

Hoje, no dia dos negros, quero falar também de um branco. Quero falar sobre um homem, John Henry Newton, cidadão britânico que no século XVIII traficava escravos e que um dia, através de uma porta fechada, ouviu um som vindo da boca de um escravo.

Aquele som negro invadiu a alma do escravizador branco e então aquela melodia se tornou letra nas mãos de Newton.

Até hoje não se sabe quem fez a melodia, só se sabe que foi um negro escravo. Na verdade, a melodia que Newton ouviu, não veio da boca de um único escravo, mas era a voz de todos os escravos, sem forças, maltratados na alma e no físico, tratados como lixo, trocados por açúcar.

Ali eram escravos reconhecendo a graça e a misericórdia de Deus; Ali eram escravos, balbuciando que mesmo diante de tamanha aflição e dor, reconheciam que Deus é grande e bom e que a esperança deles de serem livres não tinha acabado;
Ali eram escravos agradecendo a Deus pela força e coragem para aguentar mais um dia;
Ali eram escravos que sabiam que aquela crueldade nada tinha a ver com Deus, mas com a maldade humana, distante do caráter de Deus.

Depois de passarem por uma forte tempestade e de quase morrerem, John começou a ler o clássico cristão “Imitação de Cristo” – de Thomas Kempis – E, assim, tocado pelo Espírito, mudou a sua vida, libertou todos os escravos e passou a ser um lutador anti-escravagista.

Amazing Grace trata de como somos maus e de como Deus é bom; De como precisamos confiar nAquele que trabalha em silêncio e que não descansa um só dia, mesmo que pareça que Ele está distante e cego diante de nossas mais profundas tribulações.

Amazing Grace trata de como Deus ouve a oração do negro e a oração do branco. Trata do nosso assombro ao nos depararmos com a escandalosa graça de Deus.

Essa canção é não somente a canção de um branco que antes mau, foi perdoado e liberto de sua maldade, mas é o grito de esperança dos negros.

Para um negro Deus deu a melodia, para um branco Deus deu a letra. Deus é Deus de todos.

No túmulo de Newton, lê-se: "John Newton, uma vez um infiel e um libertino, um mercador de escravos na África, foi, pela misericórdia de nosso senhor e salvador Jesus Cristo, perdoado e inspirado a pregar a mesma fé que ele tinha se esforçado muito por destruir."

Essa canção mostra que mesmo que tenhamos feito a maior atrocidade, existe um Deus no céu que pode mudar nossa natureza má. Essa é a canção que fala também do poder louco e libertador do Espírito de Deus, e isso não tem como explicar, mas tem como viver.

Se puder, veja esse video:

 


MARAVILHOSA GRAÇA

Maravilhosa que alcançou
Um pobre como eu,
Que a mim, perdido e cego achou,
Salvou e a vista deu!

De vãos temores e aflição
A graça me livrou
E doce alívio ao coração
Em Cristo me outorgou.

Se lutas vêm, perigos há,
Se é longo o caminhar,
A graça a mim conduzirá
Seguro ao santo lar.

A Deus, então, adorarei
Ali, no céu de luz,
E para sempre cantarei
Da graça de Jesus.

Naquele que é Deus de todos,

@JullianaAyres.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Veja os 5 maiores arrependimentos daqueles que estão para morrer

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Veja os 5 maiores arrependimentos daqueles que estão para morrer

A enfermeira Bronnie Ware escreveu sobre os arrependimentos de pacientes terminais.

Uma enfermeira que aconselhou muitas pessoas em seus últimos dias de vida escreveu um livro com os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer.

Bronnie Ware é um enfermeira que passou muitos anos trabalhando com cuidados paliativos, cuidando de pacientes em seus últimos três meses de vida. Em "The Top Five Regrets of the Dying" ("Antes de Partir", na edição lançada no Brasil), ela conta que os pacientes ganharam uma clareza de pensamento incrível no fim de suas vidas e que podemos aprender muito desta sabedoria.

"Quando questionados sobre desejos e arrependimentos, alguns temas comuns surgiam repetidamente", disse Bronnie ao jornal britânico "The Guardian".

Segundo o psicólogo Elisha Goldstein, algo de bom pode ser encontrado nos arrependimentos: eles podem nos fornecer uma compreensão daquilo que podemos melhorar hoje em nossas vidas. Assim sendo, pense nos arrependimentos que as pessoas costumam ter e veja onde você pode corrigir isso em sua vida desde já!

Confira a lista e os comentários da enfermeira:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse
"Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos e têm de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomaram, ou não tomaram. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais."

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto
"Eu ouvi isso de todo paciente masculino que eu trabalhei. Eles sentiam falta de ter vivido mais a juventude dos filhos e a companhia de seus parceiros. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho."

3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos
"Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, eles se acomodaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eles realmente eram capazes de ser. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que eles carregavam."

4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos
"Frequentemente eles não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até eles chegarem em suas últimas semanas de vida e não era sempre possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que eles deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos. Tiveram muito arrependimentos profundos sobre não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo."

5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz
"Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso 'conforto' com as coisas que são familiares O medo da mudança fez com que ele fingissem para os outros e para si mesmos que eles estavam contentes quando, no fundo, eles ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo."

via: http://qga.com.br // F5

Vida adulta só chega para os homens aos 54 anos

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Agora entendo MUITAAAAAA coisa!!!

Vida adulta só chega para os homens aos 54 anos

man with dummy

6 de novembro de 2013

A vida começa aos 54 anos para homens. O número bastante preciso foi apontado por uma pesquisa como a idade em que eles finalmente crescem e começam a aproveitar a vida como "adultos de verdade". O estudo com 1000 homens descobriu que esta era a idade em que eles se sentiam "resolvidos e seguros", segundo o jornal "Telegraph".

Ele sugere que os homens levam mais tempo do que as gerações passadas para atingir este estágio, principalmente devido às pressões financeiras e à paternidade adiada. Hoje, dois terços dos bebês nascem de pais com mais de 30 anos, com a média de 32 anos para o primeiro filho nos EUA.

A pesquisa sugere que os homens de 54 anos de idade, como Simon Cowell, Hugh Laurie e Kevin Spacey estão apenas no início de sua vida bem resolvida. Realizado pelo Centro Crown Clinic, em Manchester, o estudo mostra que aos 40, os homens ainda não deixaram para trás suas inseguranças juvenis.

A pesquisa revelou inseguranças que não deixam o homem amadurecer mais jovem, incluindo imperfeições físicas, problemas com dinheiro e solidão. Eles citaram medos como o de não conseguir adquirir a primeira casa, perder o cabelo e estar desempregado. O processo de envelhecimento também apareceu com força, além de ter que lidar cabelos grisalhos, queixo duplo e mamas.

- Estamos vivendo muito mais e, com os custos de vida aumentando e a paternidade sendo adiada, homens inevitavelmente levam mais tempo para se sentirem resolvidos – comentou Asim Shahmalak, da Crown Clinic.

O rei do camarote e o mito do vencedor

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O rei do camarote e o mito do vencedor

Alimentado com ego e abatido em voo, o pobre-menino-rico se tornou o inimigo número 1 da nação. Seus destroços agora servem aos urubus.

"Estou há 40 anos sem fazer sexo, diz Mama Bruschetta". "Miss Bumbum 2013: Confira as Finalistas". "Bieber visitou baladas e casas de massagem". "Pegadinha do enforcado causa polêmica". "Chris Fernandes perde óculos em mergulho". "Mulher Filé mostra demais com saia curta e rasgada". "Bruna Marquezine mostra novo visual". "Vitamina C, miojo e cueca: os pedidos dos artistas do Planeta Terra". "Lady Gaga vai a premiação nos EUA com dentadura bizarra". "Namorada de Roberto Justus faz pose em fotos na piscina; veja". "Vote no duelo das mães saradas". "Sinto falta de Seu Madruga, diz atriz que faz Chiquinha em Chaves".

Na segunda-feira 4, estas eram algumas das chamadas de três dos principais portais de notícias (repito: notícias) do País. Pela lógica entre produção e consumo, não é preciso imaginar que o grosso da audiência nacional não está em qualquer biblioteca, centro cultural, diário oficial da União, portais de transparência ou página dedicada a fãs de Dostoiévski.

Não dá para saber quem nasceu primeiro na internet: clica-se muito porque o conteúdo é apelativo ou o conteúdo é apelativo porque clica-se muito? Tampouco dá para saber o que move o clique: se a patologia humana ou se a simples curiosidade mórbida de quem nada quer da vida a não ser acalmar o próprio espírito: "sou um fracasso, mas ao menos somos muitos".

Para quem entra e sai da vida sem deixar uma linha para a posteridade, não deve haver exercício mais excitante do que observar a celulite da musa, a gafe da socialite, os erros de português da loira do Tchan, o barraco público-privado da atriz da novela ou a falência, moral e física, do bilionário excêntrico.

Dá gosto saber que a idiotice é um patrimônio da humanidade, mas dói saber que fazemos parte disso.
Por isso precisamos, de tempos e tempos, salvar nossa dignidade desancando a indignidade alheia. É o que possibilita ao mesmo portal escrever em destaque nobre: "Rei do Camarote vira meme na internet; entenda".
É um fenômeno dentro do fenômeno: o meme, nascido e alimentado na internet, repercute e vira tema de repercussão na própria internet, em um exercício elástico de metalinguagem com direito ao "entenda" para as almas menos favorecidas (explicar o sistema de partilha do pré-sal não deve ser mais desafiador).

O alvo da vez é um sujeito de 39 anos que se gaba de gastar cinco mil reais por noite em uma balada.

Como ele, existem muitos. Mas poucos teriam a petulância ingênua de gravar em dez minutos a confissão da própria inutilidade: pra ir para a balada é preciso se vestir com as melhores roupas das melhores grifes; tem que ter um carro potente, um carro que chama atenção, que toda mulher gosta; na pista, você é mais um, na área VIP, você ganha evidência; eu pago para as pessoas servirem os meus convidados; vou pra balada com meus seguranças para garantir a minha integridade física; as pessoas têm inveja de mim, preciso ter cuidado com a minha vida e meus bens; as pessoas conhecidas, da mídia, quando frequentam o seu camarote, agregam; camarote tem que ter mulheres, se não, é como comprar um Boing e ter um piloto de teco-teco para pilotar; quem tá no camarote tem que ter o Instagram; aqui posso gastar até o infinito.

O tom de deboche de quem fala tanta bobagem em tão pouco tempo torna custoso imaginar que a pessoa é real. Como foi custoso – e prazeroso – saber que alguém como o conde Chiquinho Scarpa atingia por nós o auge da estupidez humana ao enterrar no quintal de casa o carro de luxo do qual sofria ao se separar. Nós, que não temos quintais nem carros de luxo para lamentar, passamos horas, dias inteiros a debater a futilidade da elite brasileira, como se ela tivesse limites ou fosse novidade, para cravar posição: sabemos que somos melhores que isso, e isso nos revigora. Mas qual não foi a surpresa quando o mesmo Chiquinho Scarpa levantou o automóvel dos mortos para ressuscitar a velha pegadinha do Malandro: tratava-se de uma campanha de incentivo a doações de órgãos – que, como um automóvel enterrado, não têm qualquer utilidade quando seguem para debaixo da terra com tantas pessoas esperando um transplante. Pode não ter sido a mais brilhante das mensagens, mas poucos souberam usar tão bem a nossa própria hostilidade para virar assunto e, a partir deste assunto, engordar uma campanha que passaria batida em condições normais de pressão e temperatura. Isso é marketing em estado bruto, para o bem ou para o mal.

Essa mesma curiosidade mórbida ao que é vil transformou o pobre menino rico do camarote na origem dos males do Brasil quando na verdade ele é um sintoma mundial: a origem está ao seu redor, a começar pela retroalimentação do lixo caça-clique, passando pela ideia de que na vida o que importa é se diferenciar na simples multidão – como se a mega noite de sábado o livrasse do tédio ordinário das tardes de domingo.

No vídeo, o pobre menino rico se pergunta: quem não queria estar no lugar dele? "Não queremos", disse o país inteiro que se pôs a rir do personagem. Se ele de fato existir, ele é o resultado mais ingênuo – porque se deixou flagrar – de uma multidão em nossa volta a enfiar o dedo nas nossas caras e dizer o tempo todo que é preciso ser assim e assado: é preciso ser diferenciado, é preciso ter bom gosto, é preciso ter requinte, é preciso montar o enxoval em Miami, é preciso tirar fotos na Torre Eiffel, é preciso mostrar a todos o quanto estamos dispostos a gastar nas nossas casas, nas nossas festas, nas festas de nossos filhos, nos motores de nossos carros. Que é preciso, enfim, comprar de tudo o que não é necessário para alimentar a alma e adentrar em bolhas de ar rarefeito recheadas de afetação.

Atire a primeira pedra no pobre-menino-rico quem não se encantou com um comercial recente de automóvel a mostrar um garoto ganhando uma "peça" do carro cada vez que passava de ano, tirava boas notas na escola ou, já adulto, conseguia um bom trabalho. O último componente, obtido em uma concessionária, é acompanhado de uma mensagem edificante: "porque esta conquista vem de longe".
O pobre-menino-rico é o bobo do lado de lá da tevê que acreditou na conversa. Mal sabe ele que não há conquista maior do que o cansaço físico de uma pedalada ou uma caminhada sem direção, do riso não abafado no boteco ao fim do trabalho, das alegrias dos encontros fortuitos, dos abraços gratuitos, de um e-mail não esperado, e de tudo o que a gente ganha sem precisar pagar por nada. Mas isso é para os comuns, e os comuns não rendem cliques. Para ganhar clique, é preciso levantar as asas das subcelebridades, abatê-las em voo e faturar com seus destroços.

A dor da gente não sai no jornal, dizia a música de Chico Buarque. Na internet, ela é escancarada até o limite do grotesco para atrair os urubus. Malhar o pobre menino-rico, cujo único status – o de cachorro-morto – é desconhecido por ele mesmo, não é outro ato se não cercar com cordão sanitário a nossa área VIP imaginária. Uma área VIP que só na imaginação nos protege dos monstros que ajudamos a criar e alimentar na base do clique, da nossa miséria e do mito do vencedor.

Em tempo. Em sua crônica no domingo passado, na Folha de S.Paulo, o escritor Antonio Prata fez até aqui a mais bem-feita parodia da direita amedrontada a repetir clichês para não assumir os próprios pânicos. Foi, mais que uma aula de ironia, um sopro de esperança entre tantos cães de caça treinados em espaço nobre da imprensa. Esperança abatida em voo com a reação dos leitores nascidos sem o gene da ironia: uns aplaudiam a coragem em escancarar tantas verdades, outros lamentavam as falas "preconceituosas" do autor. Um país que não entende ironia não pode se queixar de seus tantos reis de camarotes projetados em escala industrial.


Conheça os países que não exigem visto para brasileiros

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Mais de 70 países, incluindo países do Mercosul e da Europa, não exigem visto para brasileiros

O viajante precisa se preocupar com a documentação específica exigida para cada destino. Afinal, boa parte dos países exigem passaportes, vistos e até vacinas.

Muitos países, no entanto, não exigem visto de entrada para brasileiros na condição de turistas. Entre eles, muitas nações da Europa, onde é possível passar 90 dias a cada 6 meses.
Outros países que não exigem visto são os parceiros do Brasil no Mercosul. Neles, é necessário apresentar apenas o documento de identidade – lembrando que o documento deve ter, no máximo, 10 anos de emissão.

De todo modo, antes de viajar para qualquer dos destinos elencados abaixo, é aconselhável consultar o consulado do país escolhido.

Países que não exigem visto para brasileiros:
A → África do Sul – Albânia – Alemanha – Andorra – Antilhas Francesas – Argentina – Áustria
B → Barbados – Bahamas – Bélgica – Bolívia – Bósnia – Bulgária
C → Chile – Colômbia – Coréia do Sul – Costa Rica – Croácia
D → Dinamarca
E → Egito – Equador – Eslováquia – Eslovênia -Espanha
F → Filipinas – Finlândia – França
G → Grécia – Guatemala – Guiana
H → Honduras – Hong Kong – Hungria
I → Inglaterra – Irlanda – Islândia – Israel – Itália
L → Líbano – Liechtenstein – Luxemburgo
M → Macau – Macedônia – Malásia – Marrocos – México – Mônaco – Montenegro
N → Namíbia – Noruega – Nova Zelândia
H → Holanda
P → Palestina – Panamá – Paraguai – Peru – Polônia – Portugal
R → República Tcheca – Rússia
S → San Marino – Sérvia – Suécia – Suíça – Suriname
T → Tailândia – Trinidad e Tobago – Tunísia – Turquia
U → Ucrânia – Uruguai
V → Vaticano – Venezuela








quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Moradores de rua ganham smartphones para contar sua vida no Twitter

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Moradores de rua ganham smartphones para contar sua vida no Twitter
por Julio Hungria
7 de novembro de 2013
mendigos

Começou com o Underheard in New York (foto acima) e se espalha pelas cidades do mundo –  agora é Paris que dá smartphones a moradores de rua para tentar valorizá-los ouvindo suas narrativas sobre o dia-a-dia.
A ação francesa, em parceria com a Rádio France Internacional, faz parte do Tweet2Rue, projeto para acabar com o preconceito da sociedade em relação aos mendigos – e combater a solidão dos que vivem sem teto. Suas histórias têm atraído milhares de seguidores aos seus perfis. Boa ideia para ser aplicada por aqui?



terça-feira, 5 de novembro de 2013

Katt Williams: "Nós somos contra os Illuminati"

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"Eu sei que se sua boca for muito grande e se você tenta viver a vida contando a verdade, abrindo os olhos das pessoas... o ódio vai cruzar seu caminho. Foi assim com Martin Luther King, com Jesus..."

O que era para ser uma entrevista de promoção do filme ficou um pouco mais real quando Katt Williams foi questionado sobre os Illuminati e sua influência na indústria do entretenimento. O entrevistador perguntou a Williams sobre a "teoria da conspiração" de Dave Chappelle, onde ele afirma que os comediantes negros usam sempre um vestido em algum momento de sua carreira. Kevin Hart, outro comediante negro, gerou alguma controvérsia recentemente, quando usou um vestido no SNL.

Essa mudança foi interpretada por alguns como o "se vender para os Illuminati". Eu não tenho certeza se há uma correlação direta entre um vestido e vender-se para os Illuminati (embora o percentual de vestidos sendo usados por comediantes negros é extremamente alto), mas a resposta de Katt Williams para esta controvérsia e os Illuminati em geral foi bastante interessante.



O Controle Mental Monarca - Suas Origens e Técnicas

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O Controle Mental Monarca  -  Suas Origens e Técnicas


A Programação Monarca é um método de controle mental utilizado por numerosas organizações para fins ocultos. É uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle mental desenvolvido pela CIA, e testado em civis e militares. Os métodos são incrivelmente sádicos (todo o seu propósito é traumatizar a vítima) e os resultados esperados são horríveis: a criação de um escravo de mente controlada que pode ser acionado a qualquer momento para executar qualquer ação exigida pelo manipulador. Enquanto a mídia de massa ignora essa questão, mais de 2 milhões de americanos têm passado pelos horrores desse programa. Este artigo mostra as origens da Programação Monarca e alguns dos seus métodos e simbolismos.

A Programação Monarca é uma técnica de controle mental que compreende elementos de abuso em rituais satânicos (Satanic Ritual Abuse) e Transtorno de Personalidade múltipla (Multiple Personality Disorder). Ela utiliza uma combinação de rituais, neurociência, psicologia e ocultismo para criar dentro dos escravos um alter-ego que pode ser acionado e programado por manipuladores. Escravos Monarcas são utilizados por várias organizações ligadas à elite mundial, em áreas tais como a escravidão sexual, militarismo e a indústria do entretenimento. Este artigo irá atentar às origens da Programação Monarca, suas técnicas e seu simbolismo.

Origens

Durante todo o curso da história, várias casos foram registrados, descrevendo rituais e práticas semelhantes ao de controle mental. Um dos primeiros escritos dando referência à utilização do ocultismo para manipulação da mente pode ser encontrada no Livro Egípcio dos Mortos. É uma compilação de rituais, muito estudada por sociedades secretas de hoje, que descreve os métodos de tortura e de intimidação (para criar o trauma), o uso de poções (drogas) e da feitiçaria (hipnotismo), resultando na escravidão total do iniciado. Outros eventos atribuídos à magia negra, bruxaria e possessão demoníaca (em que a vítima é animada por uma força externa) são também anteriores à Programação Monarca.

É, no entanto, durante o século 20 que o controle mental se tornou uma ciência no sentido moderno do termo, na qual milhares de pessoas têm sido sistematicamente observadas, documentadas e já a têm experimentado.

Um dos primeiros estudos metódicos no controle mental baseado no trauma foi realizado por Joseph Mengele, um médico que trabalhou nos campos de concentração nazista. Ele inicialmente ganhou notoriedade por ser um dos médicos da SS que supervisionava a seleção dos reclusos que chegavam, determinando quem seria morto e quem viria a se tornar um trabalhador forçado. No entanto, ele é conhecido principalmente pela realização de terríveis experimentos em humanos, presos nos campos de concentração, incluindo crianças, por quem Mengele era chamado de "Anjo da Morte".

Joseph Mengele, 1935

Mengele é famoso por seus sórdidos experimentos em prisioneiros humanos, nos campos de concentração, especialmente em gêmeos. Uma parte do seu trabalho que raramente é mencionado, no entanto, foi sua pesquisa sobre controle mental. Muitas de suas pesquisas nesse campo foram confiscadas pelos aliados e ainda são classificadas até os dias de hoje.


"DR. GREEN (Dr. Joseph Mengele): Foi o programador mais significativo, talvez pudessemos dar-lhe o título de pai da programação Monarca, Joseph Mengele, um ex-nazista, médico dos campos de concentração. Milhares de escravos de controle mental monarca dos EUA tinham o "Dr. Green" como o programador-chefe. "




"Dr. Joseph Mengele de Auschwitz teve muita notoriedade, ele foi o principal desenvolvedor do Projeto Monarca baseado no trauma e dos programas de controle mental MK-Ultra da CIA. Mengele e cerca de 5.000 do alto escalão nazista secretamente mudaram para os Estados Unidos e América do Sul, no rescaldo da II Guerra Mundial, em uma operação designada 'Paperclip'. Os nazistas continuaram o seu trabalho no desenvolvimento de tecnologias de controle mental e tecnologias de foguetes nas bases militares subterrâneas secretas. A única coisa que nos disseram que eram apenas trabalhos de foguetes com celebridades-estrelas como o nazista Von Braun. Os assassinos, torturadores e mutiladores de seres humanos inocentes foram mantidos discretamente fora de vista, mas havia nos EUA, também, instalações militares subterrâneas que gradualmente se tornaram o lar de milhares e milhares de crianças americanas sequestradas, tiradas das ruas (cerca de um milhão por ano) e colocadas em gaiolas de barra de ferro, empilhadas do chão ao teto, como parte do "treinamento". Essas crianças seriam utilizadas para refinar e aperfeiçoar as técnicas de Mengele e de seu controle mental. Algumas crianças selecionadas (pelo menos as que sobreviveram ao "treinamento") se tornariam escravas de mente controlada, que futuramente poderiam ser usadas em milhares de postos de trabalho diferentes, que variam de escravidão sexual à assassinatos. Uma parcela significativa dessas crianças, que eram consideradas dispensáveis, foram deliberadamente mortas em frente (e por) outras crianças, a fim de traumatizar o indivíduo selecionado em submissão e cumplicidade total". 


A pesquisa de Mengele serviu de base para os planos secretos ilegais da CIA, o programa de investigação humana chamado MK-ULTRA.

MK-Ultra

Documento MK-Ultra que foi liberado.

O Projeto MK-ULTRA correu do início dos anos 50, pelo menos, até a década de 60, utilizando-se de cidadãos americanos e canadenses como cobaias. As evidências publicadas indicam que o Projeto MK-ULTRA envolveu a utilização de diversas metodologias para manipular os estados mentais individuais e alterar as funções cerebrais, incluindo a administração sub-reptícia de drogas e outras substâncias químicas, privação sensorial, isolamento, abuso verbal e sexual.

Os experimentos mais divulgados e conduzidos pelo MK-ULTRA, envolveu a administração de LSD em seres humanos inconscientes, inclusive em funcionários da CIA, militares, médicos, outros agentes do governo, prostitutas, doentes mentais, e no público em geral, a fim de estudar suas reações.

No entanto, o escopo do MK-ULTRA, contudo, não não parou. Experimentos envolvendo eletrochoques violentos, tortura física e mental e abuso sexual foram utilizados de maneira sistemática, onde se incluía crianças.

Imagem revelada de uma jovem vítima MK-ULTRA , 1961.

Embora os objetivos admitidos dos projetos fossem desenvolver a tortura e os métodos de interrogatório a serem usados em inimigos do país, alguns historiadores afirmaram que o projeto teve como objetivo criar "candidatos da Manchúria", programados para realizar vários atos, como assassinatos e outras missões secretas.

O MK-ULTRA foi trazido à luz por várias comissões na década de 70, incluindo a Comissão Rockefeller de 1975. Ainda que se alegue que a CIA deixou as experiências depois dessas comissões, alguns delatores afirmaram sucessivamente que o projeto simplesmente era "clandestino" e a Programação Monarca tornou-se a sucessora do MK-ULTRA.

A declaração mais incriminadora até à data foi efetuada por um funcionário do governo quanto à possível existência do Projeto Monarca foi extraída por Anton Chaitkin, um escritor da publicação The Federalist News. Quando o ex-diretor da CIA, William Colby, foi perguntado diretamente: "E sobre o monarca?", Respondeu ele com raiva e ambiguamente: "Nós paramos entre os anos 60 e início dos anos de 70." ³

Programação Monarca

Apesar de nunca ter havido qualquer admissão oficial da existência da Programação Monarca, pesquisadores de renome têm documentado o uso sistemático do trauma para fins de controle mental. Alguns sobreviventes, com a ajuda de terapeutas dedicados, foram capazes de "desprogramar" a si mesmos para divulgarem os detalhes horríveis de suas provações.

Escravos monarcas são utilizados principalmente pelas organizações para realizarem operações, como bodes expiatórios treinados para executar tarefas específicas, não questionam ordens, não lembram de suas ações e, se descobertos, devem automaticamente cometer suicídio. Eles são os bodes expiatórios perfeitos para os assassinatos de alto nível (veja o caso de Sirhan Sirhan), os candidatos ideais para a prostituição, a escravidão sexual e a pornografia. Eles também são os artistas fantoches perfeitos para a indústria do entretenimento.


"O que eu posso dizer é que agora eu acredito que a programação de abuso ritual está generalizada, é sistemática, é muito organizada, com informações altamente esotéricas, que não são publicadas em nenhum lugar, não foram escritas em qualquer programa, ou livro ou conversas que nós encontraríamos ao redor deste país e muito menos em um país estrangeiro.

As pessoas dizem: "Qual é a finalidade disso?" Meu melhor palpite é que o propósito disso é que eles querem um exército de 'candidatos da Manchúria', dezenas de milhares de robôs mentais que vão divulgar a prostituição, a pornografia infantil, contrabando de drogas, participação no contrabando internacional de armas, fazer filmes,  todo tipo de coisas muito lucrativas, fazer  seu lance e, eventualmente, os megalomaníacos no topo das elites acreditam que eles vão criar uma Ordem satânica que vai dominar o mundo".4


Programadores Monarcas causam traumas intensos nos indivíduos através da utilização de eletrochoque, tortura, abuso sexual e jogos mentais, a fim de forçá-los a dissociar-se da realidade - uma resposta natural em algumas pessoas, quando então se deparam com uma dor insuportável. A capacidade do sujeito de dissociar-se é um requisito importante e é, aparentemente, mais facilmente encontrada em crianças que vêm de famílias com várias gerações de abuso. A dissociação mental permite que os manipuladores criem personas (Alter-egos) que ficam em ''off '' na psique do indivíduo, e podem ser programadas e acionadas à vontade.


"A programação de controle da mente baseado em trauma pode ser definido como tortura sistemática que bloqueia a capacidade da vítima para o processamento consciente (tortura por meio do terror, dor, das drogas, da ilusão, privação sensorial, privação de oxigênio, frio, calor, estimulação cerebral, fiação, e, muitas vezes, EQM, experiência de quase-morte), e então empregam sugestão e/ou condicionamento clássico e operante (compatível com o princípios bem-estabelecidos de modificação comportamental) para implantar pensamentos, diretrizes e percepções na mente inconsciente, muitas vezes em trauma recém-formado, induzindo identidades dissociadas, o que força a vítima a fazer, sentir, pensar ou perceber as coisas para os fins do programador. O objetivo é que a vítima siga as diretivas sem consciência, incluindo a execução dos atos em clara violação dos princípios morais dela mesma, convicções espirituais e volição.

Instalação de programas de controle mental dependem da capacidade da vítima para dissociar, o que permite a criação de novas personalidades para "segurar" e "esconder" a programação. Já as crianças dissociativas são "candidatas" perfeitas para a programação". - 5


O controle mental é secretamente usado por vários grupos e organizações para diversos fins. Segundo Fritz Springmeier, esses grupos são conhecidos como "A Rede" e formam a espinha dorsal da Nova Ordem Mundial.

As Origens do Nome

A Programação monarca para o controle mental tem o nome referente à borboleta monarca - um inseto que começa sua vida como um verme (que representa um potencial não desenvolvido) e, após um período de encasulamento (programação) renasce como lindas borboletas (o escravo Monarca). Algumas características específicas da borboleta monarca também são aplicáveis ao controle da mente:


"Uma das razões principais pela qual a programação monarca de controle mental foi denominada de programação Monarca foi por causa da borboleta monarca. A borboleta monarca aprende onde nasceu (suas raízes) e passa esse conhecimento através da genética sobre a sua descendência (de geração em geração). Esse foi um dos principais animais que intrigava cientistas afora, por causa de seu conhecimento que pode ser transmitido geneticamente. A programação Monarca tem os objetivos Illuminati e nazistas para criar uma raça superior, em parte, pela genética. Se o conhecimento pode ser transmitido geneticamente (e é), então é importante que os pais sejam encontrados, que possam passar o conhecimento correto para essas vítimas selecionadas para o controle mental Monarca ".6 



"Quando uma pessoa está passando por um trauma induzido por eletrochoque, uma sensação de atordoamento é evidenciada, como se estivesse flutuando ou esvoaçado como uma borboleta. Há também uma representação simbólica relativa à transformação ou metamorfose do lindo inseto: a partir de uma lagarta, de um casulo (dormência, inatividade) até uma borboleta (criação do novo) que irá retornar ao seu ponto de origem. Esse é o padrão migratório que faz com que essa espécie seja única ". 7

Método

A vítima/sobrevivente é chamada de "escravo" pelo programador/manipulador, que por sua vez, é percebido como "mestre" ou "deus". Cerca de 75% são do sexo feminino, já que possuem uma maior tolerância à dor e tendem a dissociar-se mais facilmente que os homens. Os manipuladores Monarcas buscam a compartimentação da psiquê em ''personas'' múltiplas e separadas, usando o trauma para  assim causar a dissociação.


A seguir está uma lista parcial das formas de tortura:

1. Abuso e tortura

2. Confinamento em caixas, gaiolas, caixões, etc, ou enterro (muitas vezes com uma abertura ou tubo de ar de oxigênio).

3. Contenção com cordas, correntes, algemas, etc.

4. Quase-afogamento.

5. Extremos de calor e frio, incluindo submersão em água gelada e queima de produtos químicos.

6. Esfolamento (apenas camadas superiores da pele são removidas em vítimas destinadas para sobreviver).

7. Fiação.

8. Luz ofuscante.

9. Choque elétrico.

10. Ingestão forçada de fluidos corporais ofensivos e matéria, tais como sangue, urina, fezes, carne, etc.

11. Pendurado em posições dolorosas ou de cabeça para baixo.

12. Fome e sede.

13. A privação de sono.

14 Compressão com pesos e dispositivos.

15. Privação sensorial.

16. Drogas para criar ilusão, confusão e amnésia, frequentemente administradas por injecção intravenosa.

17. Ingestão ou substâncias químicas tóxicas intravenosas para criar dor ou doença, incluindo agentes quimioterápicos.

18. Membros puxados ou deslocados.

19. Aplicação de cobras, aranhas, larvas, ratos e outros animais para provocar o medo e o nojo.

20. Experiências de quase-morte, comumente asfixia por sufocamento ou afogamento, com reanimação imediata.

22. Forçado a realizar ou testemunhar abusos, torturas e sacrifício de pessoas e animais, geralmente com facas.

23. Participação forçada em escravidão.

24. Abuso para engravidar; o feto é, então, abortado para uso ritualístico, ou o bebê é levado para o sacrifício ou a escravidão.

25. O abuso espiritual para causar vítima a se sentir possuída, perseguida e controlada internamente por espíritos ou demônios.

26. Profanação de crenças judaico-cristãs e formas de culto; dedicação a Satanás ou outras divindades.

27. Abuso e ilusão para convencer as vítimas que Deus é o mau, tais como convencer uma criança que Deus abusou dela.

28. Cirurgia a tortura, experimento, ou causar a percepção de bombas físicas ou espirituais ou implantes.

29. Dano ou ameaça de dano à família, amigos, entes queridos, animais, e outras vítimas, para forçar o cumprimento.

30. Uso de ilusão e realidade virtual para confundir e criar uma divulgação não-credível 8.




"A base para o sucesso da programação de controle mental Monarca é que personalidades diferentes ou partes da personalidade chamados de 'alter egos', podem ser criadas e elas não conhecem umas as outras, mas que podem administrar o corpo em momentos diferentes. As paredes de amnésia que são construídas por traumas, formam um escudo protetor de sigilo que protegem os abusadores de serem descobertos, e impedem que as personalidades que administram o corpo por muito tempo saibam como seu sistema de 'alter egos' está sendo usado. O escudo do sigilo permite que os membros da seita vivam e trabalham em torno de outras pessoas e permaneçam totalmente despercebidas. A persona do dia-a-dia pode ser a de um cristão maravilhoso, e os 'alters'mais profundos podem ser o pior tipo de monstro satânico inimaginável, um efeito tipo Dr. Jekyll e Mr. Hyde. A grande preocupação é manter sigilo das agência de inteligência ou dos grupos ocultistas que estão controlando o escravo. A taxa de sucesso desse tipo de programação é alta, mas quando ela falha, as falhas são eliminadas através da morte do escravo monarca. Cada trauma e tortura serve a um propósito. Uma grande parte dos experimentos e das pesquisas se propuseram a descobrir o que se pode e o que não se pode fazer. Gráficos foram feitos mostrando o quanto de tortura um dado peso corpóreo em uma determinada idade pode suportar sem matá-lo ". 9


"Devido ao trauma grave induzido pela ECT, abuso sexual e outros métodos, a mente se divide em personalidades alternativas a partir do núcleo. Anteriormente conhecido como desvio de personalidade múltipla, é atualmente reconhecido como Transtorno bipolar ou Transtorno Dissociativo de Identidade e é a base para a programação monarca. Mais condicionamento da mente da vítima é reforçada através do hipnotismo, coerção, reversões de dor-prazer, alimentos, água, sono e privação sensorial, juntamente com várias drogas que alteram certas funções cerebrais ".10


A dissociação é, portanto, alcançada pelo trauma, utilizando-se o abuso sistemático e rituais ocultistas aterrorizantes. Depois de dividir a personalidade núcleo, pode ocorrer de ser criado um "mundo interno" e personas podem ser programadas e alteradas utilizando-se ferramentas como música, filmes (em especial as produções da Disney) e fadas. Esses recursos visuais e de áudio melhoram o processo da programação, usando imagens, símbolos, significados e conceitos. As personas podem ser acessadas através de palavras ou símbolos, que funcionam como gatilhos programados no psiquismo do indivíduo pelo manipulador. Ele fala uma palavra que só ele e o escravo conhecem; ele fala a palavra e automaticamente o escravo é hipnotizado e fica sujeito aos desejos do manipulador. Algumas das imagens mais comuns internas vistas pelos escravos de controle mental são: árvores, a cabalística árvore da vida, loops do infinito, antigos símbolos e letras, teias de aranha, espelhos, vidro estilhaçado, máscaras, castelos, labirintos, demônios, borboletas, óculos, relógios e robôs. Esses símbolos são geralmente inseridos em filmes e vídeos de cultura popular, por duas razões: para dessensibilizar a maioria da população, usando mensagens subliminares e programação neuro-linguística e deliberadamente construir gatilhos específicos e as chaves para a programação base de crianças MONARCAS altamente impressionáveis.¹¹ Alguns dos filmes utilizados na Programação Monarca incluem O Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas, Pinóquio e a Bela Adormecida.

O filme O Mágico de Oz é usado pelos manipuladores Monarcas para programar 
seus escravos. Símbolos e significados no filme se desencadeiam na mente do escravo
 que permite o acesso fácil à mente do escravo pelo manipulador. Na cultura popular,
 veladas referências à programação Monarca costumam usar analogias a
O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas

Em cada caso, ao escravo, é dada uma interpretação particular da história do filme, a fim de melhorar a programação. Por exemplo, um escravo assistindo O Mágico de Oz é lhe ensinado que "Somewhere Over The Rainbow (Em Algum Lugar além do Arco-íris)" é o "lugar feliz" onde os escravos com trauma dissociativo vão até o fim para escapar da dor insuportável infligida sobre eles. Usando o filme, programadores incentivam escravos a irem "over the rainbow" (além do arco-íris) e se dissociarem, efetivamente separando suas mentes de seus corpos.


"Como mencionado anteriormente, para o hipnotizador será mais fácil encontrar crianças para hipnotizar se eles souberem como fazê-lo com crianças pequenas. Um método que é eficaz é dizer para as crianças pequenas, "Imagine que você está assistindo a um programa de televisão favorito." É por isso que os filmes da Disney e outros programas são tão importantes para os programadores. Eles são a ferramenta perfeita e hipnóticas para obter a mente da criança à dissociação na direção certa. Os programadores têm utilizado filmes durante quase um dia para ajudar as crianças aprenderem os scripts hipnóticos. Para as crianças eles precisam ser parte do processo hipnótico. Se o hipnotizador permitir à criança fazer a sua própria imagem, a sugestão hipnótica vai ser mais forte. Ao invés de dizer à criança a cor de um cão, o programador pode perguntar à criança. Esse é o lugar onde os livros e os filmes exibidos à criança ajudam a orientar a sua mente na direção certa. Se o hipnotizador fala para uma criança, ele deve tomar cuidado extra para não alterar o tom de sua voz e ter transições suaves. A maioria dos filmes da Disney são utilizados para fins de programação. Alguns deles são projetados especificamente para controle mental."¹² 



Níveis da Programação Monarca

Os níveis de Programação Monarca identificam as "funções" do escravo e é nomeado após a eletroencefalografia (EEG) das ondas cerebrais associadas a eles.

 Tipos de ondas cerebrais no EEG

Monitoramento das ondas cerebrais através do couro cabeludo.

Considerado como "geral" ou programação regular, ALPHA está dentro do controle da personalidade de base. É caracterizada pela retenção de memória extremamente pronunciada, juntamente com um aumento substancial da força física e acuidade visual. A Programação ALPHA é realizada deliberadamente subdividindo a personalidade das vítimas que, em essência, causam uma divisão cerebral no esquerdo ao lado direito do cérebro, permitindo uma união programada de esquerda e direita através da estimulação via neurônio.

BETA - É referida como programação "sexual" (escravos sexuais). Essa programação elimina tudo que aprendemos sobre nossas convicções morais e estimula o instinto primitivo sexual, sem inibições. O alter "kitten" pode sair e alterar a esse nível. Conhecida como a programação Sex-kitten, ela é o tipo mais visível da programação visto que algumas celebridades femininas, modelos, atrizes e cantoras têm sido submetidas a esse tipo de programação. Na cultura popular, roupas com estampas felinas frequentemente denotam quem é vitima dessa programação.

DELTA - É conhecida como programação "assassino" e foi originalmente desenvolvida para formação de agentes especiais ou soldados de elite (ou seja, Delta Force, Primeiro Batalhão da Terra, a Mossad, etc) em operações secretas. A ótima saída adrenal e agressão controlada é evidente. Os indivíduos são desprovidos de medo e são muito sistemáticos na realização de sua missão. Instruções de auto-destruição ou suicídio são colocadas nesse nível.

THETA - Considerada a programação "psíquica". Bloodliners (aqueles que vêm de várias gerações de famílias satânicas) foram determinados para apresentar uma maior propensão para habilidades telepáticas do que outros. Devido às suas limitações evidentes, no entanto, várias formas de sistemas electrônicos de controle mental foram desenvolvidos e introduzidas, isso é, dispositivos bio-médicos de telemetria humana (implantes cerebrais), os lasers de energia dirigida a utilização e/ou eletromagnéticos. É relatado que estes sejam utilizados em conjunto com computadores altamente avançados e sistemas de rastreamento por satélite sofisticados. ¹³

Conclusão

É difícil manter a objetividade ao descrever os horrores sofridos pelos escravos Monarcas. A extrema violência, o abuso sexual, tortura mental e jogos sádicos infligidos em vítimas por "cientistas notáveis" e funcionários de alto nível provam a existência de um "lado escuro" na verdade dos poderes constituídos. Apesar das revelações, dos documentos e dos denunciantes, a grande maioria da população ignora, nega ou evita o problema completamente. Mais de dois milhões de americanos foram programados por controle mental desde 1947, a CIA admitiu publicamente seus projetos de controle mental em 1970. Filmes como "Sob o Dominio do Mal" têm encaminhado diretamente ao assunto, descrevendo técnicas atuais, tais como o eletrochoque, o uso de palavras gatilho e aplicação do microchip. Várias figuras públicas que vemos em nossos televisores e telas de cinema são escravos de controle mental. Pessoas famosas, como Candy Jones, Celia Imrie e Sirhan Sirhan têm em seu registro a divulgação de suas experiências de controle mental...e ainda assim o público em geral alega que "isso não pode existir".

As pesquisas e os fundos investidos no Projeto Monarca, no entanto, não se aplicam somente à mente de escravos controlados. Muitas das técnicas de programação desses experimentos são aplicadas em grande escala por meio da mídia, de vídeos de notícias, filmes, músicas, propagandas e programas de televisão que são ocom base nos dados mais avançados sobre o comportamento humano jamais compilados. Muito disso vem da Programação Monarca.

Referências: 
  1. Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave 
  2. Ken Adachi, Mind Control the Ultimate Terror 
  3. Anton Chaitkin, "Franklin Witnesses Implicate FBI and U.S. Elites in Torture and Murder of Children", The New Federalist 
  4. D. Corydon Hammond, Ph.D.
  5. Ellen P. Lacter, Ph.D., The Relationship Between Mind Control Programming and Ritual Abuse 
  6. Ibid. 
  7. Ron Patton, Project Monarch 
  8. Ellen P. Lacter, Ph.D., Kinds of Torture Endured in Ritual Abuse and Trauma-Based Mind Control
  9. Springmeier, op. cit.
  10. Patton, op. cit.
  11. Ibid.
  12. Springmeier, op. cit.
  13. Patton, op. cit. 
  14. Traduzido de: Secret Arcana

Britney Spears "Work B*tch": Um Vídeo Celebrando a Programação Kitten

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Britney Spears "Work B*tch": Um Vídeo Celebrando a Programação Kitten


Britney Spears "Work B*tch" contém o mesmo significado oculto que outros vídeos de música pop analisados neste site. Na verdade, o simbolismo desses vídeos são celebrações da cultura Illuminati de controle mental da indústria do entretenimento, especialmente a de programação Kitten. Embora haja diferenças superficiais entre esses artistas, todos trabalham para os mesmos patrões que usam o seu sex appeal para empurrar a agenda Illuminati. "Work B*tch" tem um contexto de "showgirl de Las Vegas" e transmite a mesma mensagem: Ser uma Kitten da indústria é legal, porque isso vai torná-la rica, famosa e até mesmo poderosa. O vídeo exalta a cultura de Controle Mental na qual a elite oculta se baseia - embora seja sobre exploração violenta, nojenta e sádica.

Superficialmente, esses vídeos parecem ser sobre "ampliação de poder", mas, eles estão, na verdade, celebrando a exploração da indústria do entretenimento nas vítimas de programação Kitten. (Se você nunca ouviu falar de Programação Kitten de Controle Mental, leia este artigo primeiro).

Vamos atentar ao simbolismo insidioso desses vídeos .

"Work B*tch"

Quando se sabe das atuais condições de vida de Britney Spears e de seu estado mental nos últimos anos, assistir a "Work B*tch" torna um pouco difícil, pois sua mensagem é irônica na maneira mais triste possível. Nos meus vários artigos sobre Britney, eu descrevi como, desde seu colapso, ela tornou-se um escravo literal, fortemente medicada e com absolutamente nenhum poder sobre sua carreira, finanças e vida pessoal. Britney tem vivido sob a tutela de vários manipuladores desde 2008, o que significa que, ao longo de todos esses anos, ela nunca ganhou o controle de sua vida de volta.

Considerando esses fatos, as letras de "Work B*tch" tornam-se um tanto perturbadoras, porque parecem ser as palavras que um cafetão diria para sua "empregada". Ou que um manipulador Beta-Kitten diria para um escravo MK (como Britney)...


Você quer um corpo belo?
Você quer um Bugatti?
Você quer um Maserati?
É melhor trabalhar, vadia


Você quer um Lamborghini?
Beber martines?
Ficar gostosa num biquíni?
É melhor trabalhar, vadia


Você quer viver elegantemente?
Viver numa grande mansão?
Festejar na França?
É melhor trabalhar, vadia


Na música e vídeo, Britney faz o papel do manipulador que está gritando com seus escravos... o mesmo tipo de coisas que ela provavelmente escuta em uma base diária. Como a maioria dos lançamentos recentes de Britney, essa música está quase ridicularizando a sua condição, como se seus manipuladores estivessem dizendo: "Olhe para o que estamos fazendo com ela. Estamos fazendo-a cantar sobre seu próprio cativeiro". Para piorar as coisas, Britney canta a música com um sotaque britânico. Embora , à primeira vista , isso possa ser verdade trivial, lembre-se que em 2008, quando  Britney passou por uma crise gigantesca, ela foi pega falando com um sotaque britânico - um sintoma de Transtorno de Personalidade Múltipla, que é por si só um sintoma de Programação Monarca. Aqui está um artigo de 2008 sobre a crise e seu sotaque britânico:


Britney Spears cai num Sotaque Britânico

Britney Spears tem um novo acessório para combinar com sua peruca rosa: um sotaque britânico. Nas últimas semanas, Britney Spears, 26 anos, foi filmada inúmeras vezes trocando seu sotaque de Louisiana por inflexões do Reino Unido. 
"Ela tinha esse sotaque Inglês o tempo todo" enquanto fazia compras em Kitson na última quinta-feira, de acordo com uma fonte. "Ele não parava." 
Mesmo quando estava com raiva, o sotaque aparecia. Em uma viagem de compras em LA, na Macy, em 13 de janeiro, ela gritou com os paparazzi, "Saiam da minha frente!" - Com um sotaque britânico.
 Então, é tudo brincadeira ou ela virou sua peruca rosa? 
"Quando alguém tem transtorno dissociativo de identidade" - anteriormente conhecido como distúrbio de múltipla personalidade - "cada identidade é separada uma da outra", diz a psicóloga de LA, Renee A. Cohen, que não está tratando Spears. "Cada identidade teria seu próprio nome, memórias, traços comportamentais e características emocionais." 
 
Cohen diz que a questão fundamental é: "Quando Britney usa o sotaque britânico, ou parece assumir outra identidade, ela sabe que ela é a Britney Spears?"
 
"Caso contrário, ela pode simplesmente estar se comportando dessa forma por atenção, simpatia, ou qualquer outro motivo", acrescenta Cohen. "É tolice tentar diagnosticar ela sem uma avaliação formal."
 
Uma possível influência poderia ser avó materna de Spears, Lilian Pontes, que era originalmente da Inglaterra. 
 
Além disso, o novo namorado de Britney, o fotógrafo Adnan Ghalib, cresceu em Birmingham, Inglaterra.
De acordo com os paparazzi que arrastam o cantor ao redor do relógio, uma coisa é certa: a peruca rosa significa que algo está mudando. 
 
"Quando ela coloca a peruca rosa, você só sabe que alguma loucura está prestes a acontecer", disse um paparazzo. 
 
 - Fonte: People.com
  

Sabendo deste fato, fazer Britney cantar com um sotaque britânico é quase um código para mostrar que ela está incorporando outra persona. Ela aqui é uma manipuladora MK.

No vídeo, Britney dá uma de "chefe" em cima das escravas Beta Kitten
 (elas ainda têm orelhas felinas), chicoteando-as em sua apresentação
 e chamando-as de vadias. Sabendo da condição de Britney,
 tudo isso está bastante distorcido.

Esta cena define o vídeo inteiro. Britney está segurando as escravas
 kitten na coleira, controlando-as. Ela fica em cima de uma pirâmide inver-
tida, talvez para destacar o fato de que Britney não está realmente no 
topo da pirâmide. Ela está, na verdade, na parte inferior
 dela, não amarrada, ao contrário dessas kittens.

Alguns poderiam dizer: "Isso é um vídeo de poder! Britney está ganhando poder! Ela DÁ PODERES a seus fãs por vê-la assim com tanto poder!" Assistir a um vídeo não lhe dá poder. Ele faz exatamente o oposto, na verdade. Aqueles que usam a palavra "empoderamento" para descrever um vídeo de música me faz lembrar de uma frase dos Simpsons sobre a palavra "pró-ativa": " Desculpe- me, mas "pró-ativa" e "paradigma"? Estas não são apenas palavras populares que pessoas burras usam para parecer importante?" .

Britney admitiu que ela mesma não ganhou "ampliação de poder" com o vídeo. Pouco depois do lançamento do vídeo, Britney ligou a uma estação de rádio e afirmou que foi pressionada em seu conceito altamente sexualizado, algo que ela tenta parar de fazer desde que se tornou mãe. No entanto, como dito acima, ela não tem poder sobre sua própria vida ou trabalho.


Britney Spears sugere que ela está sendo pressionada para manter a imagem sexualizada

Britney Spears está sendo excessivamente pressionada a ser sexual? Isso é o que a estrela pop deixou implícito durante uma entrevista de rádio.

Spears disse ao programa de rádio de Boston que quer ser mais modesta, mas ela está sendo pressionada para manter a sua imagem sexy. Ao discutir o seu mais recente vídeo da música "Work B*tch", disse Spears que fez os editores cortar um monte de cenas sexualizadas.

"Oh meu Deus, nós mostramos muito mais pele e fizemos muito mais coisas para o vídeo do que o que está realmente lá", disse ela . "Eu cortei quase a metade do vídeo, porque eu sou uma mãe e porque, você sabe, eu tenho filhos e é difícil fazer papel de uma mãe sexy, enquanto você está sendo uma estrela pop também." 

O apresentador, em seguida, perguntou bem direto se ela tinha pessoas fazendo-a filmar cenas sensuais. Ela riu e respondeu: "Sim".

Ela disse que em seu mundo perfeito, sua imagem seria diferente. 

 "Um monte de sexo vai dentro do que eu faço ... Mas às vezes eu só gostaria de trazer de volta os velhos tempos, quando era uma roupa durante todo o vídeo, e você estava apenas dançando durante todo o vídeo, e não havia aquela coisa de sexo acontecendo; era apenas a dança." (...) 

 - FOX News, Britney Spears sugere que ela está sendo pressionada para manter a imagem sexualizada


Ao final do vídeo, vemos manequins sendo vendados e trazidos para o deserto. Em seguida, eles explodem.

Manequins vendados representando o estado dos escravos de mente 
controlada. Explodindo suas partes do corpo representa a fragmentação 
da psique de um escravo em várias personas. Esta imagem é usada
 em vários vídeos, incluindo "Crazy" de Beyoncé . 

"Work B*tch", portanto, é outra homenagem ao próprio estado de controle mental de Britney. Enquanto sua situação é triste e preocupante, porém, novos artistas não param de seguir seus passos .

Conclusão

"Work B*tch" de Britney Spears retrata sua vida são como de várias formas: artistas como dançarinos em Vegas; encharcado de imagens Programação Kitten, a letra é escrita a partir do ponto de vista daqueles que controlam, e, mais importante, tem uma mensagem de "pseudo-poder" - que gira em torno da glorificação de ser uma Beta Kitten da indústria.

Infelizmente, para "ter sucesso" na indústria Illuminati, as estrelas devem vender seus corpos e desistir de sua alma. Este processo é comemorado nesses vídeos e vendidos para as jovens de todo o mundo. Além disso, como o simbolismo MK do vídeo sutilmente sugere, essas artistas que "tiveram sucesso" não estão no controle do que está acontecendo - elas são, na verdade, escravas de seus donos. A vida de Britney Spears  é provavelmente o caso mais transparente de uma estrela pop sob controle mental pesado. Em um raro momento de clareza, Britney falou a verdade e afirmou que "Work B*tch" foi longe demais e era muito sexual. No entanto, ela fez isso de qualquer maneira... porque os escravos Beta não decidem sobre suas próprias vidas. O que os manipuladores de Britney diziam quando ela se opunha a trabalhar desse jeito no vídeo? "É melhor trabalhar vadia".