quarta-feira, 29 de maio de 2013

A luta contra a Matrix pós-moderna e a tentativa da construção de um mundo onde é proibido proibir

A LUTA CONTRA A MATRIX PÓS-MODERNA E A TENTATIVA DA CONSTRUÇÃO DE UM MUNDO ONDE É 'PROIBIDO PROIBIR'

por Juliana Ayres



A liberdade é um pilar da democracia. É como diz John Kerry, secretário de Estado americano: em uma democracia nós temos até o direito de sermos estúpidos se quisermos.

Não é alarmante o fato de um único assunto ter tomado a mídia nacional há meses e que pessoas, sem o menor senso crítico, aceitem passivamente esse encobrimento da poeira suja que ronda o céu da nossa nação e que está sendo colocada debaixo do tapete com os patrões e patroas na sala de estar assistindo tudo.

Me envergonha saber que esta geração está tão apática e vestida de ilusões a ponto de aceitar que a mídia, que NUNCA passou 2 meses falando sobre as indiazinhas que são todos os dias estupradas, sobre tráfico de pessoas que acontece largamente em nosso país, sobre índios que são arrancados brutalmente dos braços de sua terra para construírem condomínios de luxo, sobre a exclusão dos deficientes visuais e cadeirantes, sobre tráfico e exploração de bolivianos no Brasil; sobre crianças que estão perdendo sua inocência diariamente com letras sujas de canções!

Que sociedade de fantoches é essa que quer dizer ao outro o que devemos achar certo ou não?

Quando queremos parar o direito do outro se expressar, já não é democracia.

Um povo que diz que é democrático e, na primeira oportunidade, quer calar quem pensa diferente.

Um povo que fala do Bin Laden, do Fidel, do Mahmoud Ahmadinejad, do Hugo Chávez mas quando com algum poder em mãos, não hesitam em agir de igual modo.

Há quem não goste de se relacionar afetivamente com negros e há também os que preferem os negros; Há quem prefere trabalhar com homens e há os que preferem as mulheres; Há os que preferem adotar bebês brancos e há os que preferem os negros. Na vida fazemos escolhas e elas fazem parte de quem somos e de quem desejamos ser.

Não podemos tratar opiniões e escolhas contrárias às nossas como fobias, a não ser que haja atitudes verbais e físicas violentas.

A fé de cada um faz parte das escolhas, de quem somos. E até quem não tem fé crê em algo. Não podem me arrancar esse direito.

Num governo existem ateus, espíritas, cristãos, entre outros. Cada um governa de acordo com o que se passa em sua fé também; nenhuma escolha é neutra. O deputado Jean Wyllys disse que foram os orixás que colocaram ele lá ( http://www.youtube.com/watch?v=t87BnrSxaQo ). Mas não falam que o estado é laico?

Se um cristão falasse isso viraria chacota. Mas vivemos em uma democracia, certo?!

Cada um deve lutar pelo que acredita. O debate é bom desde que consideremos o direito do outro fazer suas escolhas; quando isso nos é retirado, não é debate.

Hoje a mídia quer nos fazer acreditar que educar nossas crianças com palmadas é algo negativo, podendo acarretar até em prisão dos pais. Hoje também os adolescentes estão fazendo parte da maioria dos assassinatos mais cruéis cometidos no Brasil.

Não se esqueçam que a mídia, rejeitando os valores morais de Deus, já vendeu também o estilo de vida hippie (liberdade, paz, amor, sexo, drogas & rock´n´roll); o resultado disso foi uma geração doente, alcoolizada, drogada, com doenças, cheia de filhos...

Essa Matrix insiste em nos manipular, em execrar os valores cristãos, tentando manipular nossa forma de pensar, agir, comportar... A mídia está vendendo um estilo de vida onde muitos estão se perdendo nessa ilusão: uma vida sem verdade moral e sem valores; é a Matrix pós-moderna, para que você não perceba a verdade.

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