terça-feira, 21 de junho de 2011

Grupo: Esforço para Deportar ‘Filho do Hamas’

Queridos, oremos pelo nosso irmão, Mosab. Quem não leu o livro " Filho do Hamas", recomendo que leia, é ótemo. Dá um entendimento muito amplo sobre a atual situação no Oriente Médio, palestinos vs. israelenses... Além de nos mostrar que como o nosso Deus, não há. :)

Mundo|Segunda-feira, 21 de Junho de 2010 01:41 AM EST

Grupo: Esforço para Deportar 'Filho do Hamas'

Por Eric Young|Christian Post Reporter
Traduzido por Manoel Alvez Jr.

Uma organização reformista da Igreja está pressionando Cristãos a tomarem ação em nome de Mosab Hassan Yousef, como o renegado filho do co-fundador do Hamas Sheik HassanYousef, que se prepara para encarar audiência de deportação no fim do mês.

  • Yosef
    (Foto: AP Balilty / Oded, File)
    Em 18 de novembro de 2004, Sheik Hassan Yousef, no centro, um alto líder do West Bank e porta-voz do grupo militante islâmico Hamas, é escoltado por soldados do exército israelense. O filho de um dos fundadores do Hamas, xeque Hassan Yousef serviu como informante para Israel por mais de uma década, fornecendo informações top-secret, informou o jornal israelense Haaretz quarta-feira 24, 2010 . O jovem Yousef convertido ao cristianismo enfrentará a sua audiência de deportação, no fim do mês junho de 2010.

"Incitamos todos a compartilhar a estória de Yousef sobre sua luta com o DHS (O Departamento Americanode Segurança do Território) do seu blog, para escrever para o advogado sênior do DHS em San Diego, Kerri Calcador, que é designado para deportá-lo, e paraentrar em contato com seus membros do Congresso sobre esta paródia," declarou Faith J.H. McDonell, diretor do Programa de Liberdade Religiosa no Instituto na Religião e Democracia.

De acordoYousef, o DHS considera o solicitante de asilo de 32 anos, uma ameaça para a segurança nacional e alguém que deve ser deportado.

Em fevereiro de2009, o pedido de asilo de Yousef foi negado com a desculpa de o mesmo ser sido como potencialmente "um perigo para a segurança dos Estados Unidos" e ter tido "um passado em atividades terroristas".

Enquanto Yousef admite abertamente o papel fundamental que desempenhou no grupo terrorista Hamas, ele conta sua conversão em seu livro recentemente lançado, o Filho do Hamas, que deve mostrar perfeitamente e claro que ele é agora um trunfo e não uma ameaça.

No livro, Yousef relata como veio a saber quem seus inimigos realmente eram após descobrir que o Hamas estava torturando seu próprio pessoal em uma busca sem descanso por colaboradores.

Depois de um encontro casual com um missionário britânico, em1999, Yousef começou a jornada de seis anos, que levaria a seu encontro com Jesus Cristo e sua partida, deixando família, amigos e pátria.

Durante esse tempo, Yousef também serviu como um espião para a agência de segurança israelense Shin Bet, passando todas as informações que ele havia reunido nos encontros terroristas com o então líder palestino Yasser Arafat, seu pai e outros líderes do Hamas.

"Eu ... salvei as vidas de muitas pessoas, inclusive Americanas", uma preocupação óbvia de Yousef enfatizada no mês passado. "Talvez o departamento de Segurança tenha lido apenas alguns capítulos do meu livro."

Depois de divulgar a notícia da situação de Yousef, McDonnell IRD seu grupo expressou preocupação sobre a irracionalidade do Departamento de Segurança Interna, bem como o perigo para a vida Yousef, se ele for deportado.

"Essa ameaça de expulsão, diz o quão pouco o governo dos Estados Unidos compreende o radical do Islã e o jihad no geral para impor o islamismo ao redor do mundo, contra quem Yousef testemunha," afirmou McDonnell.

Yousef tinha do mesmo modo ressaltado a falta de entendimento do Departamento de Segurança.

"Se o Departamento de Segurança Interna não pode dizer a diferença entre um terrorista e um homem que passou sua vida lutando contra o terrorismo, como eles podem proteger seu próprio povo?" pergunta.

"Talvez eles se sintam um pouco inseguros porque alguém vindo do lugar que eu venho e com a minha experiência e mudança em torno de sete meses, eles não tenham a menor idéia," acrescentou Yousef depois de dizer como ele chegou aos Estados Unidos, em janeiro de 2007, com um visto de turista e apareceu no escritório do Departamento de Segurança sete meses depois para dizer quem era.

"Eu disse a eles, vocês não me descobriram. Vocês não me capturaram. Eu vim até vocês e disse quem eu etsou para alertá-los," disse Yousef.

"Eu quis que eles vissem que tinham enormes lacunas na segurança deles e no entendimento sobre terrorismo e para que fizessem mudanças antes que fosse tarde demais," acrescentou.

Programado para comparecer perante o juiz de Imigração Rico J.Bartolomei do Departamento de Segurança Nacional na Corte de Imigração de San Diego, em 30 de junho, Yousef incentiva partidários a escrever cartas para o advogado sênior Kerri Calcado da Segurança Interna - não apenas para escreverem seu nome, mas para ajudar o departamento fazer o que ele considera ser imperativo de mudanças.

Yousef também encorajou aqueles que moram nas proximidades de San Diego a irem à Audiencia e "Verem por si mesmos o Departamento de segurança em ação."

IRD's McDonnell, enquanto isso, está mobilizando os americanos a divulgarem o caso de Yousef, chamando-o "um dos nossos aliados" e"uma grande fonte de ajuda na compreensão do que nós enfrentamos no Islã radical."

"Não faz sentido que nós agora estejamos ameaçando-o como se fosse o inimigo," declaram os líderes conservadores.

Atualmente, Yousef está morando em San Diego, onde trabalha como segurança em uma mercearia e freqüenta a Igreja batista que o conhece pelo seu nome em inglês - Joseph.

Yousef disse ao The Daily Telegraph que está convencido de que falar sobre os problemas do Islamismo e do "mal" que ele viu em casa vai ajudar a resolver a situação "confusa" no Oriente Médio e um dia trazer apaz que permitirá seu retorno.

Yousef foi deserdado por sua família depois que se tornou público que ele tinha servido como espião para a agência de segurança israelense Shin Bet, a versão israelense do FBI.

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