sexta-feira, 30 de abril de 2010

SHOW DE ARTE // Sombras brincalhonas

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Sombras brincalhonas
» News / por Zupi

Com um quê meio Peter Pan, a intervenção The Shadow Project, da artista norte-americana Katie Sokoler cria sombras brincalhonas, capazes de emprestar um ar descontraído aos mais sérios pedestres. Isso porque, enquanto eles caminham pelas calçadas, elas preferem dançar ou plantar bananeira.

Usando seu próprio corpo - e o do marido - como modelo para compor as sombras, Katie recortou pedaços de papel preto nas mais inusitadas posições, espalhando-os depois pelas ruas do Brooklyn.

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Outro trabalho da artista que também causa uma agradável supresa é a série Thought Bubbles, formado por balões de pensamento que buscam decobrir no que tanto pensam as pessoas enquanto aguardam o ônibus ou caminham pelas ruas. Dependendo da temática do pensamento e de quem cruza a sua frente, o resultado pode ficar bem curioso.


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+Informações:

FONTE: ZUPI / VIA: Beréia Urbana

Site:Katie Sokoler


Amanhã, na Cristo é a Vida: #SAFERIO# // 1º de MAIO

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Amados, é amanhã.

Ajude os desabrigados do Rio! Contamos com a presença de todos.
 
Pr. Thiago Santana
 
www.identidadeblog.wordpress.com/
www.twitter.com/thgsantana

Carlton Pearson e a negação do inferno

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Carlton Pearson e a negação do inferno
por Nilson Júnior
 

Vivemos num mudo de apostasia, onde o pecado e a iniqüidade têm tomado conta da mente dos homens, cauterizado suas consciências e facilitado o caminho para que estes fiquem cada vez mais conformados e distantes de Deus, sendo assim presas fáceis à ensinos enganosos, que fazem com que seu entendimento seja confundido pela mentira.

Esse cenário faz com que as pessoas cristãs do nosso tempo aceitem um "evangelho de conveniência", onde as pessoas crêem e praticam somente o tipo de doutrina que mais atenda aos seus desejos carnais e que não os confrontem. Conseqüência direta disso é a velocidade em que se abrem novas igrejas nas grandes cidades e a rotatividade dos membros entre elas. Nesse novo modelo, a pessoa fica na igreja até que esta comece a pregam algo que elas não queiram concordar. A partir daí, elas buscam outra igreja que volte a massagear o ego delas.  

Só que muito daquilo que agrada aos crentes mais carnais são mentiras que batem de frente com a verdade pregada na Bíblia. Um dos atuais expoentes dessas "mentiras que confortam" é um pastor californiano chamado Carlton Pearson.

Pearson era um pastor pentecostal dos anos 90 que enfatizava a prosperidade material em suas pregações, mas não deixava de lado os fundamentos da fé cristã, quais sejam, o de que todos nós nascemos pecadores e estamos condenados ao inferno até que aceitemos Jesus Cristo.

Até que um dia, como quase todos aqueles que criam heresias, Pearson teve uma "reveladora experiência pessoal". Ele havia começado a estudar a Bíblia nos idiomas em que ela foi escrita e começou a vê-la não como a verdadeira Palavra de Deus, mas apenas como "um livro sobre Deus escrito por homens".

A partir de então, passou a contestar a idéia da existência do inferno, como descrita na Bíblia. Segundo ele, não daria para amar um deus que estaria torturando a avó dele no inferno. Ele alega que em meio a suas dúvidas, ele teria ouvido uma voz que lhe disse que o inferno é aqui na terra. Voz na qual ele teria acreditado.

"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;" (1 Timóteo 4:1)

Depois disso, ele passou a mudar suas pregações, alegando desde então que a existência de um inferno para homens não passa de paganismo e de pura superstição.

Várias publicações evangélicas americanas passaram a condená-lo e sua igreja teve uma uma sensível diminuição no número de membros após a introdução dessa heresia. Diminuíram também os convites para conferências e eventos que ele antes recebia de outros pastores.

Mesmo em face disso, ele tem insistido nessa pregação e sua igreja tem voltado a crescer. Em uma de suas pregações, ele afirmou:

"Podemos passar por um inferno, mas ninguém vai para o inferno. Minha esperança é que as pessoas aprenderão a se amar, a se aceitar e a se celebrar. Isso é algo bem dramático, mas penso que salvará o planeta". (Carlton Pearson)

Todavia, a negação do inferno não é tão simples assim. Se aceitamos a idéia de que o inferno não existe, isso trará uma decorrência: a de que não faz sentido os cristãos lutarem contra o pecado e pregarem o Evangelho da salvação aos pecadores. E o próprio Pearson tem também apoiado práticas que a Bíblia condena.

Recentemente, Pearson liderou centenas de pastores evangélicos americanos num comício para pressionar o Congresso americano a aprovar uma lei antipreconceito homossexual. Ele também é autor do livro "O Evangelho da Inclusão", que tem alcançado grande aceitação entre os ativistas homossexuais. Nele, Pearson defende o universalismo. Segundo essa corrente de pensamento, a morte/ressurreição de Cristo já pagou o preço para que toda a humanidade tenha a vida eterna (sem necessidade de que alguém se arrependa de pecados e receba salvação), não é necessário que alguém creia em Jesus Cristo para que seja salvo e toda a humanidade irá para o céu, independente de sua religião.

Depois de abrir as portas de sua igreja para tantas heresias absurdas e assim perder o apoio de quase todas as lideranças evangélicas que estavam com ele, Pearson encontrou apoio na comunidade judaica e no movimento homossexual, os quais ele passou a defender.

Além desses dois grupos, Pearson ainda encontrou outro aliado ainda mais inusitado: o Vaticano. Isso porque a Comissão teológica internacional, principal órgão conselheiro sobre questões doutrinárias da Santa Sé, tem afirmado que os cristãos podem ter a certeza que o inferno estará vazio! Para o Vaticano, até mesmo os maiores pecadores poderão ser absolvidos e mandados ao paraíso. Antes mesmo de Pearson ter sua "revelação", o papa João Paulo II já defendia que todo homem está "cristificado" pela encarnação e então todos são salvos. Na opinião do falecido papa, o inferno provavelmente estará vazio. Todos estão salvos.

No meio de tanta heresia, o que nós sabemos é que a Bíblia não deixa margem para nenhuma dúvida de que o inferno é real! Senão, vejamos algumas passagens bíblicas sobre o tema:

"Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei." (Lucas 12:5)

"E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno," (Marcos 9:47)

"Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?" (Mateus 23:33)

A existência do diabo e do inferno não só é uma verdade bíblica, como é um elemento primordial dentro do cristianismo. Se não houvesse nenhuma ameaça de condenação do homem ao inferno, não haveria sentido algum no sacrifício de Jesus Cristo (afinal, de que a Sua morte nos salvaria, senão da condenação eterna), que desceu à terra para que o homem pudesse ser salvo. Um dos versículos mais importantes da Bíblia fala justamente disso:

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

A verdade é simples e fácil de ser entendida. Deus enviou seu Filho ao mundo para que Ele desse Sua Vida e para que todos aqueles que crerem n'Ele fossem livrados da condenação (Marcos 16:16), e alcançassem a vida eterna.

 

Todo crente precisa ter essa certeza: a de que sem o sacrifício de Jesus Cristo e sem a sua ressurreição, não teríamos acesso à salvação pela fé, como temos hoje. Isso é uma das bases de nossa crença. Através da sua morte, fomos comprados para Deus a preço de sangue (Apocalipse 5:9) e libertos de um inferno, que é real.

"Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)" (Efésios 2:5)

O problema da negação do inferno feita por Pearson está no fato de que essa negação carrega implícita a negação do poder redentor do sacrifício de Cristo! Igrejas e pastores que flertam com idéias como essas estão levando seus fiéis a serem enganados. Além de estarem também abrindo as portas para o Anticristo, que será aceito por pessoas como Pearson, que estejam dispostas a negociarem o evangelho, negando a eficácia do sacrifício de Cristo e da existência de um juízo de Deus sobre todo homem.

"Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho." (1 João 2:22)

"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo" (Hebreus 9:27)

"Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios." (2 Pedro 3:7)


Fonte (Meu Blog): http://falandodabiblia.blogspot.com/2010/04/carlton-pearson-e-negacao-do-inferno.html
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Nilson Júnior

quinta-feira, 29 de abril de 2010

John Piper pede afastamento ministerial até fim de 2010

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Se tantos fizessem isso, tantos casamentos não estariam arruinados em nosso meio.















O conselho de anciãos da Igreja Batista Bethlehem já tomou conhecimento a respeito do retiro ministerial que o pastor John Piper iniciará em maio, finalizando em 31 de dezembro deste mesmo ano. Esse é um exemplo que deveria ser seguido pelos homens chamados ao ministério. Que Deus nos conceda humildade para trabalhar em cada aspecto de nossas vidas e nos sujeitarmos à autoridade do governo da igreja.

Oremos pelo pastor John, sua obra e seu esforço pela igreja de Cristo foram de grande valor. Que o nosso bom Deus possa operar em sua vida e cumprir os seus propósitos através dessa situação.


Carta de John Piper:
"Como muitos de vocês ouviram o que foi dito no sermão dos dias 27 e 28 de março, os anciãos aprovaram amavelmente, no dia 22 de março, o recesso ministerial que me levará a ausentar-me de Bethlehem do dia 1º de Maio a 31 de dezembro de 2010. Entendemos que seria de grande utilidade uma explicação de minha parte, através de uma carta que acompanha esse sermão.

Pedi aos anciãos que considerassem este recesso devido a um crescente sentimento em meu interior de que minha alma, meu casamento, minha família e o padrão que tenho seguido durante o ministério, necessitam de uma revisão a ser realizada pelo Espírito Santo.

Por um lado, amo meu Senhor, minha esposa, meus 5 filhos e suas famílias, primeiro e antes de todas as coisas; e amo minha dedicação de pregar, escrever e dirigir Bethlehem. Espero que o Senhor me conceda, pelo menos, mais 5 anos como pastor de pregação e visão de Bethlehem.

No entanto, por outro lado, vi algumas manifestações de orgulho em minha alma que, embora não tenha chegado ao nível de desqualificar-me para o ministério, me entristecem profundamente, e têm cobrado um alto preço na minha relação com Noël e com outros que são muito queridos para mim. Como posso desculpar-me com vocês, não por algum fato em particular, mas por defeitos que são contínuos em meu caráter e que têm seus efeitos afetado a outros? Farei isso agora, e não duvido que o tenha de fazer outra vez, perdão. Como não tenho algum fato específico pelo qual possa desculpar-me pontualmente, peço, simplesmente, por um espírito de perdão; e quero garantir verdadeiramente que não estou fazendo às pazes, mas estou em guerra, voltado contra meus próprios pecados.

Noël e eu estamos sólidos como uma rocha em relação ao compromisso entre nós, e não existe fato de infidelidade de nenhum dos lados. Mas, como eu disse aos anciãos, “sólidos como uma rocha” nem sempre é uma metáfora que satisfaz emocionalmente, especialmente a uma mulher. Uma rocha não é a melhor imagem da terna companhia de uma mulher. Em outras palavras, o precioso jardim de minha casa necessita ser cuidado. Eu quero dizer a Noël que ela é preciosa para mim de uma forma que, nesta etapa de 42 anos de peregrinação juntos, pode ser melhor expressado ao ausentar-me por um tempo de quase todos os compromissos públicos.

Nenhum matrimônio é uma ilha. Para nós, essa afirmação aplica-se corretamente em dois sentidos. Primeiro, Noël e eu somos conhecidos dentro e fora por alguns conhecidos em Bethlehem – mais ainda pelos nossos colegas e amigos há muito tempo, David e Karin Livingston, e também por um grupo de mulheres confiáveis para Noël, e de homens, para mim. Temos prestado contas, somos conhecidos, temos sido aconselhados e têm orado por nós. Estou profundamente agradecido pela cultura de graça, de transparência e de confiança que existe entre a liderança de Bethlehem.

A outra forma em que nosso matrimônio não pode comparar-se a uma ilha é que nossas fortalezas e debilidades foram conseqüência para as demais pessoas. Ninguém em nosso círculo familiar e de amigos permaneceu sem ser afetado pelos nossos defeitos. É minha oração que este recesso possa chegar a ser como cura ao interior da minha alma, através do coração de Noël, alcançando nossos filhos e suas respectivas famílias, e a todos aqueles que foram feridos por meus erros.

A diferença entre este retiro e o sabático que realizei quatro anos atrás é que escrevi um livro durante esse sabático (“O que Jesus exige do mundo”). Em 30 anos, nunca abandonei a paixão de ser produtivo publicamente. Neste retiro, tenho a intenção de abandonar tudo. Não escreverei livros. Não haverá preparação de sermões e pregações. Não escreverei em blogs. Nem no Twitter. Não haverá artigos. Não haverá reportagens. Não haverá papéis. Não haverá compromissos para falar em conferências. Existe somente uma exceção no caso – o final de semana dedicado à Conferência Nacional de Desiring God combinado com a inauguração do Colégio e Seminário Bethlehem, em outubro. Noël achou melhor que eu mantivesse 3 dos compromissos internacionais. Nossa motivação é de que ela pudesse acompanhar-me neles, e se planejarmos bem, essas poderão ser ocasiões especiais para refrigério mútuo.

Os anciãos designaram um grupo que manterá contato comigo e aos quais poderei prestar contas durante o recesso. Eles são David Mathis, John Bloom, Tom Steller, Sam Crabtree, John Grano, Tim Held, Tony Campagna e Kurt Elting-Ballard. Cinco deles caminharam com Noël e eu durante os 2 últimos meses, ajudando-nos a discernir, com sabedoria, a abrangência e a natureza deste retiro. Foram eles os que levaram a recomendação final aos demais anciãos no dia 22 de março.

Pedi aos anciãos que não me pagassem durante o recesso. Não sinto que deveriam pagar-me. Eu sei que estou causando mais trabalho para muitas pessoas, e peço desculpas por todo o apoio despendido. Não somente isso, outros também podem ter um tempo similar. Muitos dos homens e mulheres que trabalham não têm a liberdade de adotarem um recesso como este. Os anciãos não aceitaram essa petição. Noël e eu estamos profundamente agradecidos por essa manifestação de amor. Estaremos buscando direção do Senhor para ver de que forma podemos retribuir à igreja por este suporte financeiro que nos oferecem para, de alguma forma, aliviar a nossa carga.

Pessoalmente, vejo estes próximos meses como uma espécie de reinício do que espero que sejam os 5 anos mais humildes, felizes e frutíferos dos 35 que estamos em Bethlehem e dos 46 anos de matrimônio. Vocês poderiam acompanhar-me em oração por tal propósito? Poderão permanecer junto a sua igreja (Bethlehem) com todas as suas forças? Que Deus faça destes oito meses, os melhores que Bethlehem tenha conhecido; algo realizado por Deus, a realização das coisas mais extraordinárias enquanto eu não estiver ali. 

Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. (1Coríntios 3:7)

Amo muito vocês, e prometo orar por vocês todos os dias.

Pastor John.”

Tradução: CRISTO É A RESPOSTA
Fonte: TODO POR GRACIA

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