domingo, 30 de março de 2008

MK fala sobre o caso da ARTISTA (sic) Cassiane

olha só o detalhe, a MK chama os levitas de ARTISTAS. Um bando de vendidos que querem fazer dinheiro com o nome de Cristo!
 
Levitas de verdade? hj? é difícil!!! Estão se corrompendo já no púlpito da igreja. Infelizmente....
 
É por esta e por outras que não vou mais a cultos ao vivo, pq só vemos idolatria-evangélica. Só não posso deixar de ir à(s) igreja(s). rs
 
Temos que adorar, fechar bem os olhos e louvar a nosso Senhor, ÚNICO digno de TODO o louvor. E finja que não vê nada. Apenas ORE. 
 
Belas vozes não me dizem mais nada há muito tempo; Eu quero é ser cheia e ter amigos cheios da unção, pois aí está a diferença. E nem sempre esses atributos são sinônimos.
 
Prefiro escutar uma Alicia Keys a escutar um levita vendido.
 
Juliana Ayres.

Cassiane
Publicado por Redação em 29/03/08

A MK Music lançou uma nota em seu site na última sexta (28) sobre o caso Cassiane.

Leia abaixo a nota:

MK - NOTA DE ESCLARECIMENTO

A cantora CASSIANE surpreendeu a Gravadora MK e o mercado fonográfico procurando a justiça para rescindir o contrato de cessão remunerada sobre interpretações artísticas que mantém com a mesma.

Antes da decisão oficial da justiça, CASSIANE lançou o CD 'FAÇA DIFERENÇA', em dezembro de 2007, em desrespeito ao contrato legal e vigente com sua gravadora. Valendo-se de seu direito, a MK procurou a justiça para ressalvar seus direitos, o que conseguiu através de liminar exarada pelo Sr. Dr. Juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Ilha do Governador, que ordenou a imediata retirada do mercado do CD 'FAÇA DIFERENÇA', sob pena de multa diária de R$ 5,00 (cinco reais) por CD encontrado no mercado.

Ocorre que a artista Cassiane resolveu recorrer da decisão, mas no dia 18 de março de 2008, a 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, manteve a decisão do Juízo da 1ª Vara Cível da Comarca Regional da Ilha do Governador. Dessa forma, o Grupo MK assegura a seus clientes, colaboradores e ao público em geral que continuará a buscar, junto à justiça, a proteção aos seus direitos contratuais, na espera de que prevaleça sempre, a verdade dos fatos.

A DIRETORIA

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Veja também:
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Proibida novamente a comercialização do novo CD de Cassiane
  

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