quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

O sedento que mata a sede alheia

Seções — Em Jesus você pode confiar
O sedento que mata a sede alheia

A Festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas, ou das Tendas, ou das Barracas), também chamada Festa da Colheita, uma das três festas de presença obrigatória pelo menos para os israelitas adultos do sexo masculino de todas as tribos, era realizada em Jerusalém entre os dias 15 e 22 do sétimo mês (mês de Etanim) do calendário religioso judaico (equivalente a setembro–outubro). O último dia da festa era o mais importante, a "reunião solene" (Lv 23.26). Foi exatamente nesse dia, numa das celebrações da qual o Senhor participou, que Jesus se levantou por iniciativa própria e disse em alta voz: Se alguém tem sede, venha a mim e beba" (Jo 7.37).

Se Jesus não fosse o que realmente é, essa palavra teria sido talvez o mais presunçoso de todos os seus pronunciamentos. Sobretudo se lembrarmos que, pouco tempo antes, Ele havia pedido a uma mulher: "Dê-me um pouco de água" (Jo 4.7, NVI). E se lembrarmos que, pouco tempo depois, Ele deixou escapar, do alto da cruz, outra vez, a sua necessidade pessoal de água: "Tenho sede" (Jo 19.28).

Entre uma sede e outra, Jesus tem a ousadia de gritar no auge da Festa das Tendas: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba". Ele já havia anunciado algo parecido com a mesma autoridade e com a mesma disposição: "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados e eu lhes darei descanso" (Mt 11.28, NVI).

É o Jesus humano que tem sede de água potável e é o Jesus divino que oferece água viva!
 
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